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Saúde

Entenda a lesão e a cirurgia cerebral do filho de Angélica e Huck

Lesões na cabeça, como a que sofreu o filho de Angélica e Luciano Huck, são sempre motivo de atenção especial por parte dos médicos.

Benício, de 11 anos, acidentou-se no mar, no sábado, enquanto praticava wakeboard e foi submetido a uma cirurgia neurológica na madrugada de domingo (23).

No boletim médico divulgado pelo hospital, no Rio de Janeiro, consta que ele sofreu “traumatismo cranioencefálico com afundamento têmporo parietal” e “hematoma extradural subjacente ao afundamento”.

Sem ter conhecimento específico do caso, o neurocirurgião e professor Hélio Machado, do Departamento de Cirurgia e Anatomia da FMRP-USP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – Universidade de São Paulo), afirma que essa lesão se dá devido ao choque com algum objeto.

“Um trauma de crânio com afundamento significa que teve algum objeto que causou esse trauma, com algum tipo de ponta, não precisa ser cortante, mas suficiente para afundar o crânio.”

Segundo o médico, o crânio de uma criança é mais fino do que de um adolescente e de um adulto.

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“A gente acredita que [o afundamento] seja um mecanismo de defesa para o próprio cérebro, porque dissipa a energia do impacto.”

Esse afundamento causa uma lesão na meninge, que reveste o cérebro, que é descrita no boletim como “hematoma extradural”.

Machado explica que a cirurgia é feita para drenar o sangue que se forma e para levantar o osso do cérebro.

“É um procedimento relativamente simples”, acrescenta.

Os médicos informaram que Benício “encontra-se lúcido, orientado, movimentando os quatro membros, respirando por meios próprios e estável sob o ponto de vista neurológico e hemodinâmico”. No entanto, não há previsão de alta.

As informações são de Fernando Mellis – R7

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Saúde

MT deve registrar 520 novos casos de câncer colorretal por ano até 2028

O mês de março é tomado pela cor azul-marinho com o objetivo de alertar toda a sociedade para o câncer colorretal (intestino e reto), um dos tumores mais incidentes e uma das maiores taxas de mortalidade do país, que deve registrar 26.270 novos casos da doença por ano no triênio de 2026-2028.

Só em Mato Grosso, são estimados 520 novos casos anuais deste tipo de neoplasia no mesmo período, conforme estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Diante desse cenário, durante o mutirão do “Dia E – Ebserh em Ação”, vinculado ao programa “Agora Tem Especialistas”, do Ministério da Saúde (MS), o Hospital Universitário Júlio Müller, da Universidade Federal de Mato Grosso (HUJM-UFMT), administrado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), alerta para importância de exames de colonoscopia.

A iniciativa também faz parte do “Março Azul-Marinho”, uma campanha de conscientização sobre a prevenção e o combate ao câncer colorretal. Durante o mutirão, realizado neste dia 21, caso seja identificada alguma doença durante os exames, os pacientes passam a ser acompanhados pelo serviço de coloproctologia.

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“Realizamos uma consulta de triagem no dia do mutirão e depois realizaremos consulta dando o feedback sobre o resultado do exame e seguimento”, disse a residente R5 de Coloproctologia, Maristella Nery.

O QUE É – O câncer colorretal é um tumor maligno que se desenvolve no intestino grosso (cólon) e no reto. Atualmente, já figura como o segundo tipo de tumor mais frequente entre homens e mulheres no Brasil, quando excluídos os casos de câncer de pele não melanoma.

Coloproctologista Mardem Machado de Souza, do HUJM-UFMT, alerta que a associação de sangramento nas fezes e alterações no hábito intestinal é o alerta mais comum. No entanto, dores abdominais, perda de peso, anemia e sensação de evacuação incompleta também devem ser investigadas. “Quanto mais cedo se diagnostica, menor o risco de disseminação do tumor e maiores as chances de oferecer um tratamento efetivo e definitivo, com elevadas taxas de cura”, frisou.

O especialista informa ainda que, embora existam métodos como a pesquisa de sangue oculto nas fezes e exames parciais do intestino, a colonoscopia é considerada o exame mais completo para detecção do câncer colorretal. O procedimento permite avaliar todo o intestino grosso, retirar lesões precursoras, biopsiar tumores e até retirar lesões malignas iniciais.

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Também a maioria dos cânceres do intestino grosso e reto surge a partir de pólipos adenomatosos, que se assemelham a pequenas verrugas e podem evoluir para câncer após sete a dez anos, caso ocorram alterações genéticas.

As diretrizes internacionais recomendam o início do rastreamento a partir dos 45 anos para pessoas sem fatores de risco. Para quem possui histórico familiar, o exame é indicado a partir dos 40 anos ou dez anos antes da idade em que o familiar de primeiro grau recebeu o diagnóstico.

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