Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Argel compara Fla à Seleção de 70 e minimiza fator Jesus: “Ninguém descobriu a pólvora no futebol

A coletiva de Argel Fucks foi quente neste domingo. O técnico do CSA disse logo que não é ciumeira pelo sucesso de Jorge Jesus no Flamengo, que não tem nada contra o treinador português, mas se alongou na entrevista após a derrota por 1 a 0, no Maracanã. Quase defendeu uma tese.

Ele se mostrou incomodado com o alarde que é feito em torno do técnico estrangeiro. Enfatizou, batendo com o indicador na mesa, que os profissionais brasileiros também são muito qualificados e merecem respeito.

Falou que ninguém está inventando sistemas táticos mirabolantes e que tudo se copia no futebol. Também citou Telê Santana, Zagallo, Rubens Minelli e Ênio Andrade para destacar que o treinador brasileiro deve ser valorizado. Chegou a comparar o Flamengo atual com a seleção brasileira de 1970, mas valorizou a qualidade dos jogadores e a estrutura montada pelo clube carioca. Sem eles, deu a entender que Jorge Jesus não faria tanto sucesso.

– Ninguém descobriu a pólvora no futebol. Flamengo tá jogando o que a seleção de 70 jogava. Flamengo tem hoje os melhores jogadores, tem estrutura, condição de trabalho, bons profissionais. Trabalhar no Flamengo é muito mais fácil. Com todo respeito ao Andrade, ele foi campeão brasileiro pelo Flamengo. O Jayme (de Almeida) foi campeão da Copa do Brasil pelo Flamengo, quando o Flamengo era desorganizado, quando não tinha estrutura, quando não pagava, imagina hoje, com toda essa estrutura.

Leia Também:  Movimento antivacina é ignorante e ameaça conquista da humanidade, diz ministro da Saúde

Argel disse também que o empate na partida deste domingo contra o Flamengo seria mais justo e deu até uma provocada.

– Flamengo tem méritos, sim, mas não podemos desvalorizar o trabalho dos outros treinadores que estão aqui no Brasileiro, que é o mais difícil do mundo. E hoje o Flamengo sentiu. Contra o CSA, R$ 17 milhões de orçamento, contra 500, e foi 1 a 0, e acabou o jogo com o coração na mão

Integrante da escola gaúcha, Argel afirmou que os técnicos estrangeiros ainda não conquistaram títulos importantes no Brasil. Precisam buscar seus objetivos.

– O Flamengo está merecendo, sim, porque se profissionalizou. Mas, em 1970, a seleção brasileira já jogava assim. Vamos valorizar o nosso futebol. Ainda somos os pentacampeões. Vamos valorizar os treinadores brasileiros. O treinador estrangeiro tem lugar, sim, tem lugar para todos. Para quem tem competência, tem conteúdo, tem trabalho… Pode vir! Agora vem e ganha. Até agora, não ganharam. Tem a grande chance agora de ganhar a Libertadores e o Campeonato Brasileiro, porque o clube se preparou. Aqui ninguém tem ciumeira dos treinadores, pelo contrário. A gente sempre recebeu todos bem. O (Jorge) Jesus foi muito bem recebido aqui, o Sampaoli também, como foi o Diego Aguirre, como foram todos.

Leia Também:  Herpes em bebês: quais os perigos e como evitar

Globo Esporte

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Saúde

Doar sangue e salvar vidas: um gesto simples que transforma o mundo

Doar sangue para salvar vidas. Poucos gestos são tão simples e, ao mesmo tempo, tão poderosos quanto esse.

Em menos de uma hora, uma única doação pode beneficiar até quatro pessoas. Não é preciso ser herói nem ter habilidade especial. Basta ter saúde, disposição e sensibilidade para ajudar o próximo.

O sangue não possui substituto artificial. Nenhuma fábrica o produz. Nenhum laboratório consegue reproduzi-lo. Ele existe apenas em cada um de nós e só chega a quem precisa por meio da solidariedade humana. Cada doação é a demonstração concreta de que uma vida importa.

Pense na criança que necessita de transfusão durante uma cirurgia. Na mulher que enfrenta complicações após o parto. Na vítima de acidente que chega ao Pronto-Socorro em estado grave. No paciente em tratamento contra o câncer. Para cada um deles, uma bolsa de sangue pode representar a diferença entre a vida e a morte. Essa é a realidade diária dos hospitais brasileiros, inclusive aqui em Mato Grosso.

Neste 14 de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Doador de Sangue. Em 2026, a campanha da Organização Mundial da Saúde, no âmbito do ‘Junho Vermelho’, traz o tema “Doe sangue, dê esperança: juntos salvamos vidas”. Uma convocação que precisa ir além das datas e se tornar uma atitude permanente.

Leia Também:  Cientista brasileiro envia 'minicérebros' para o espaço para desvendar reação das células

Tenho levado esse compromisso a sério na prática. Por meio dos mutirões sociais do Gabinete da Assembleia Legislativa, levamos campanhas de doação de sangue diretamente às comunidades de Cuiabá, chegando a quem muitas vezes não consegue se deslocar até os pontos de coleta. A própria ALMT firmou parceria com o MT Hemocentro para receber o caminhão de coleta em frente ao plenário, mobilizando servidores e a população. O Parlamento tem o dever de dar o exemplo.

A doação é uma das mais nobres expressões de solidariedade. Quem doa não conhece a pessoa beneficiada. Não há recompensa financeira nem interesse pessoal. Há apenas a decisão de estender a mão a alguém em extrema necessidade.

O sangue coletado é separado em hemácias, plasma e plaquetas, atendendo pacientes com necessidades distintas. Uma única doação tem potencial para ajudar várias pessoas.

Os hemocentros dependem de doações regulares. O sangue possui prazo de validade limitado, e a reposição constante é uma necessidade. Ser um doador regular é assumir um compromisso com a vida, com a comunidade e com quem você ama.

Leia Também:  'Era só uma gripezinha e que ia passar rápido', disse para filha mulher que morreu de H1N1 em município de MS

Qualquer pessoa saudável, entre 16 e 69 anos, e com mais de 50 quilos pode doar. O procedimento é seguro, rápido e praticamente indolor. O organismo repõe naturalmente o volume doado em pouco tempo.

Você dedica alguns minutos do seu dia. Em troca, oferece a alguém a oportunidade de continuar vivendo.

Convido cada mato-grossense a procurar o hemocentro mais próximo, fazer sua doação e incentivar familiares e amigos. Salvar vidas não depende de grandes recursos. Depende apenas da disposição de compartilhar o que carregamos dentro de nós.

Seja doador de sangue. Sua atitude pode ser a esperança que alguém espera para continuar vivendo.

*Max Russi é deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA