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Virginia Mendes recebe troféu da primeira-dama Michelle Bolsonaro por ações de voluntariado

Foto por: Jana Pessoa

A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, foi homenageada pela primeira-dama do país e presidente do Conselho do Pátria Voluntária, Michelle Bolsonaro, com o troféu Amigos do Pátria Voluntária. O reconhecimento é em virtude das ações desenvolvidas por Virginia com foco no voluntariado e por apoiar instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade.

A solenidade de premiação foi realizada no dia 9 de novembro, em Brasília, no Palácio do Planalto. Na ocasião, também foi lançado o Aliança pelo Voluntariado, que vai reunir primeiras-damas dos estados e cônjuges de pessoas públicas como ministros, embaixadores, entre outros.

A ação tem como objetivo estimular a cultura do voluntariado no Brasil e ampliar o alcance de ações em prol dos mais vulneráveis.

“Fico muito honrada em ter sido homenageada pela primeira-dama do país. Isso é a demonstração do reconhecimento das ações que Mato Grosso tem realizado em prol do voluntariado. Isso nos coloca em destaque no cenário nacional e estar junto com Michelle Bolsonaro muito me orgulha. Agradeço o prestígio e pode ter certeza que iremos nos empenhar para fazer muito mais”, destacou a primeira-dama Virginia Mendes.

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Não é a primeira vez que Michelle manifesta seu apoio e carinho às ações de Virginia. Por diversas vezes a primeira-dama do país tem articulado ações em conjunto. A mais recente foi a vinda para a inauguração da Delegacia 24 horas da Mulher de Cuiabá. Foi a primeira visita oficial de Michelle em Mato Grosso, que prestigiou o evento e destacou a relevância da obra para o combate à violência contra a mulher.

Segundo Virginia Mendes, a união é essencial para multiplicar as ações. “Acredito que, unidas chegaremos mais longe, alcançaremos mais e melhores resultados em prol das famílias mais vulneráveis e na garantia de direitos das mulheres, crianças, idosos, pessoas com deficiência”, frisou a primeira-dama de Mato Grosso.

Natal Voluntário

O Pátria Voluntária também iniciou a campanha Natal Voluntário, onde crianças e idosos serão beneficiados. Mato Grosso já aderiu e a primeira-dama Virginia Mendes vai apoiar e incentivar doações de brinquedos e também de alimentos para as instituições selecionadas dentro do programa nacional de voluntariado.

 

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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