Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

Questão de concurso público exalta luta de Botelho por ferrovia estadual


Deputado Eduardo Botelho foi autor da PEC que viabilizou a criação da 1ª ferrovia estadual

Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Uma das questões do concurso público da Segurança Pública de Mato Grosso destacou a luta do deputado Eduardo Botelho (União), primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) pela importância de investimentos na 1ª ferrovia estadual. O concurso, que foi realizado no último dia 20, contempla diferentes cargos, e foi organizado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

Nele, os candidatos deveriam fazer a análise assertiva sobre o texto intitulado: Eduardo Botelho: “A ferrovia vai alavancar a industrialização de Cuiabá e de todo Estado”, publicado no endereço eletrônico: http://www.sinfra.mt.gov.br/-/17981944-eduardo-botelho-a-ferrovia-vai-alavancar-a-industrializacao-de-cuiaba-e-de-todo-estado.

Lisonjeado, o deputado disse que ficou feliz com a questão abordada, uma vez que, “é uma luta antiga e que trará importante crescimento para Mato Grosso, inclusive, oportunizando a sair apenas da produção primária para fomentar também a industrial”, afirmou.

Em setembro do ano passado, Botelho participou de ampla discussão até a confirmação da construção da 1ª ferrovia estadual. Ele é autor da Proposta de Emenda Constitucional 16/2020, que alterou a Constituição de Mato Grosso possibilitando concessões ferroviárias dentro do estado. Também são autores dessa PEC a deputada Janaina Riva (MDB) e o deputado Carlos Avallone (PSDB).

Leia Também:  Teatro Zulmira recebe maior banda cover dos Beatles da América Latina neste sábado

“Vai melhorar muito a nossa condição logística, a competitividade das nossas empresas e baratear os custos dos produtos”, disse Botelho, no ato da assinatura do contrato para construção, implantação e exploração da 1ª Ferrovia Estadual do Brasil, que vai interligar trechos de Mato Grosso e que tornou a ALMT referência para outros estados, um deles é Minas Gerais que já se inspirou no projeto.

Confira abaixo a íntegra o texto abordado no concurso público.

O deputado estadual Eduardo Botelho afirmou que a construção da 1ª Ferrovia Estadual vai possibilitar o crescimento da industrialização na Região Metropolitana de Cuiabá, por meio da implantação de um terminal na Capital, cujas obras já são consideradas a realização de um “sonho”.

A construção da ferrovia estadual prevê 730 quilômetros de linha férrea que vão interligar os municípios de Rondonópolis a Cuiabá, além de Rondonópolis com Nova Mutum e Lucas do Rio Verde, e que vão se conectar à malha nacional, em direção ao Porto de Santos (SP).

“A baixada cuiabana tem vocação para a agricultura familiar, para força de trabalho e esperamos a industrialização para gerar emprego e renda para nosso povo. Se Deus quiser essa ferrovia vai alavancar a economia da baixada cuiabana e de todo o Estado de Mato Grosso”, disse Eduardo Botelho.

Leia Também:  Juca do Guaraná Filho destinou R$1 milhão para projetos sociais em Cuiabá

A previsão é de que esse terminal em Cuiabá possibilite a interligação e o escoamento da produção no bairro Distrito Industrial, que tem 250 empresas de diferentes ramos instaladas.

A estimativa é de que mais de 230 mil empregos sejam gerados, direta ou indiretamente, durante o período de obras, que tem previsão de início já em 2022. As obras serão executadas pela empresa Rumo S/A após assinatura do contrato com o Governo do Estado. O investimento para a construção da ferrovia será de R$ 11,2 bilhões, cujos recursos são da iniciativa privada.

O trecho entre Rondonópolis e Cuiabá tem previsão de conclusão de obras e o respectivo funcionamento já no ano de 2025; enquanto a operação no trecho Cuiabá a Lucas do Rio Verde deverá começar em 2028.

Uma vez implantada a ferrovia, a Rumo S/A fica autorizada a explorar a ferrovia pelo prazo de 45 anos, sendo que a infraestrutura ferroviária poderá ser compartilhada com outra empresa de transporte ferroviário que venha a prestar serviços no Estado. Ao menos 26 municípios que estão às margens do traçado da ferrovia serão beneficiados diretamente com a implantação da malha ferroviária.

Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Governo francês 'descobriu' pela imprensa que Macron teria reunião bilateral com Jair Bolsonaro

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  Teatro Zulmira recebe maior banda cover dos Beatles da América Latina neste sábado

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA