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Política

Prefeitos do PL vão às redes, declaram apoio e entram na campanha pela reeleição de Pivetta

Depois de pegar a carta de apoio de 133 prefeitos, o governador Otaviano Pivetta postou vídeos de apoios de prefeitos de 17 municípios de Mato Grosso. Entre eles, dois do Partido Liberal, o PL: Emerson Sabatine, prefeito de Itanhangá, e Edilson Antônio Piaia, prefeito de Campo Novo do Parecis.

Dos que declararam apoio a Pivetta, 11 pertencem a partidos que estão fora da aliança eleitoral do governador. Além dos dois do PL, há cinco prefeitos eleitos pelo MDB, três eleitos pelo PSB e um pelo PRD. Os apoios alcançam diferentes regiões de Mato Grosso, do Araguaia ao Norte e Noroeste, passando pelo Oeste e Médio-Norte.

Os prefeitos do MDB que manifestaram apoio a Pivetta e entraram na campanha são: João Filho Marques Rodrigues, de General Carneiro; Mariano Kolankiewicz Filho, de Água Boa; Volmir Bassani, de Santa Rita do Trivelato; Vanderlei Antônio de Abreu, de Porto dos Gaúchos; e Jacob André Bringsken, de Vila Bela da Santíssima Trindade.

Os três eleitos pelo PSB são: Reginaldo Martins Del Colle (Narizinho), de Nova Nazaré; Júnior Contador, de Novo Santo Antônio; e, José Pereira Maranhão (Zé Maranhão), de Alto Boa Vista. O prefeito eleito pelo PRD é Valdinei Holanda Moraes (Nei da Farmácia), de Juara.

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Os prefeitos dos partidos que integram a aliança de Pivetta e que aparecem na publicação são Jadilson Alves, de Curvelândia; Marilda Sperandio, de Alto Taquari; Vilson Biguelini, de Canarana; e Valdemar Gamba (Chico Gamba), de Alta Floresta, do União Brasil; João Rogério de Souza, de Nova Bandeirantes, do Republicanos; e Eder Marquis, de Arenápolis, filiado ao PP.

Pivetta, que foi prefeito de Lucas do Rio Verde por três mandatos, tem usado sua experiência municipalista como um dos argumentos da campanha e defende que parte importante dos problemas enfrentados pela população precisa ser resolvida em parceria com as prefeituras. Nos últimos anos, o Estado ampliou parcerias municipais em áreas como infraestrutura urbana e rodoviária, habitação, saúde, educação, iluminação pública e construção de pontes.

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Eleições

Em disputa acirrada, PL briga por terceira vaga na AL; veja nomes

 

O Partido Liberal (PL) chega à disputa pelas vagas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) com chapa completa e a expectativa de ampliar sua representação no Parlamento estadual. A projeção interna é de conquistar até três cadeiras, superando a atual bancada da sigla, formada pelos deputados Gilberto Cattani e Faissal Calil, ambos candidatos à reeleição.

 

O próprio Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) informa que as atas das convenções e as escolhas realizadas pelos partidos são encaminhadas ao sistema CANDex e disponibilizadas publicamente no DivulgaCandContas do TSE, base oficial para consulta das candidaturas das eleições de 2026.

Entre os nomes registrados pelo partido está o advogado Otávio Xerife e Gilberto Cattani, ambos de Nova Mutum, Faissal Calil, Samantha Íris e Alcino Barcelos. A convenção estadual do PL inicialmente homologou 17 candidaturas a deputado estadual, entre elas a de Xerife, e a composição sofreu alterações e acréscimos até o período de registro das candidaturas.

Nos bastidores, Cattani aparece como um dos nomes com potencial para liderar a votação dentro da legenda. A disputa pelas demais posições competitivas tende a envolver principalmente Faissal Calil e a vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Íris, que possuem forte inserção eleitoral na Baixada Cuiabana.

O ex-prefeito Alcino Barcelos também é apontado entre os candidatos capazes de disputar uma das vagas da sigla. Nesse grupo, Otávio Xerife surge como um dos nomes que buscam ampliar a força eleitoral do PL fora da Capital, especialmente no interior de Mato Grosso, tornando-se mais uma variável dentro da disputa interna pela votação da legenda.

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As projeções políticas trabalham com um quociente eleitoral próximo de 75 mil a 76 mil votos por cadeira, embora o número definitivo somente seja conhecido após a apuração dos votos válidos para deputado estadual. Pelas regras do sistema proporcional, não basta analisar isoladamente a votação de cada candidato: o desempenho total do partido também é decisivo para estabelecer quantas cadeiras a legenda poderá ocupar.

O TRE-MT explica que a eleição de deputados ocorre pelo sistema proporcional, no qual a distribuição das vagas considera os votos obtidos pelos partidos e pelos candidatos, com aplicação do quociente eleitoral e partidário. Portanto, os 75 mil votos são uma estimativa política, e não uma quantidade oficial previamente fixada pela Justiça Eleitoral.

A montagem da chapa também passou por alterações importantes. Uma delas foi a saída do ex-deputado Xuxu Dal Molin da disputa pela Assembleia. Ele deixou a candidatura proporcional para integrar, como segundo suplente, a chapa de José Medeiros (PL) ao Senado. A mudança foi registrada pela direção partidária, e os dados eleitorais confirmam Xuxu na segunda suplência de Medeiros.

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A movimentação abriu espaço para novos ajustes na nominata estadual e evidenciou as dificuldades enfrentadas pelo partido para fechar uma chapa competitiva até o prazo final dos registros.

O cenário coloca pressão especialmente sobre os candidatos considerados favoritos. Caso o PL alcance a projeção de três deputados estaduais, a legenda poderá ampliar significativamente sua presença na Assembleia. Entretanto, se conseguir apenas duas cadeiras, a disputa interna ficará ainda mais apertada e poderá deixar fora da próxima legislatura um nome eleitoralmente expressivo.

Nesse contexto, Cattani, Faissal, Samantha, Alcino Barcelos e Otávio Xerife estão entre os nomes que ajudam a tornar a chapa do PL uma das disputas internas que devem ser acompanhadas durante a campanha.

A eleição, contudo, é quem definirá a verdadeira força de cada candidatura. Até lá, qualquer indicação sobre quem estaria em primeiro, segundo ou terceiro lugar dentro da chapa deve ser tratada como projeção política, já que a Justiça Eleitoral não realiza ranking, pesquisa ou previsão oficial de votação dos candidatos.

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