Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

Paulo Araújo destina R$ 892 mil para saúde e infraestrutura de Arenápolis


Foto: NAJYLLA NUNES

Arenápolis (distante 253 km de Cuiabá) recebeu R$ 892 mil em emenda parlamentar impositiva ao orçamento de 2020 e 2021, de autoria do deputado estadual Paulo Araújo (Progressistas). O recurso repassado pelo Governo de Mato Grosso às Secretarias Municipais de Saúde e Infraestrutura será empregado em ações e serviços públicos de saúde, e também visando melhorar a trafegabilidade de pedestres e veículos na cidade.

O deputado comemorou a liberação da emenda, falou sobre o compromisso de contribuir para o fortalecimento dos serviços prestados no município e da parceria com a prefeitura. “Este foi um dos compromissos que fiz com o prefeito Éder Marquis e com a comunidade. Fico muito feliz em poder contribuir com melhorias para Arenápolis e em ver os recursos chegando efetivamente no município para melhor atender a população”, enfatizou Paulo Araújo.

Saúde

Na área da saúde do município, o parlamentar investiu R$ 165 mil, o valor foi utilizado para aquisição de um aparelho de endoscopia e também para a compra de uma ambulância. Já a infraestrutura de Arenápolis contou com R$ 727 mil. O montante garantiu a pavimentação asfáltica das principais vias da cidade, além do asfaltamento das ruas: Goiás e 05, do bairro Campinas. “Paulo Araújo tem sido um grande parceiro da nossa Arenápolis e coloca seu nome na história dessa cidade”, disse o prefeito Éder Marquis (Progressistas).

Leia Também:  Gilmar Mendes diz que quem defende volta da ditadura sofre de 'amnésia, esquecimento'
Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Deputados recebem orientações sobre combate a crimes cibernéticos

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  Diretoria fala sobre efetivo e infraestrutura em reunião com GGI em Sorriso

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA