Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

“Nada me faz desistir”, diz Janaina Riva sobre candidatura ao Senado em 2026

A deputada estadual Janaina Riva (MDB) afirmou que sua pré-candidatura ao Senado Federal em 2026 é irreversível e não está condicionada a negociações políticas ou pressões internas. Segundo a parlamentar, a decisão já está consolidada tanto no âmbito partidário quanto pessoal.

Em entrevista ao programa Veja Bem MT, Janaina destacou que o projeto político conta com o apoio da executiva estadual do MDB e de sua família. De acordo com ela, eventuais articulações de outros pré-candidatos fazem parte do processo eleitoral, mas não interferem em sua decisão.

A deputada ressaltou que, na condição de presidente estadual do MDB, possui autonomia para definir seus rumos dentro da sigla. “Não existe pressão. O que há é o movimento natural de quem busca espaço. Comando o partido e isso me dá liberdade para decidir meu caminho”, afirmou.

Questionada sobre a possibilidade de recuo, Janaina foi enfática ao descartar qualquer hipótese de desistência. Segundo ela, o tema já foi amplamente discutido no campo pessoal e político.

“Esse projeto está resolvido na minha família, com meu marido e meus filhos. Não existe nenhum impedimento, seja pessoal ou profissional”, declarou.

Leia Também:  Deputados aprovam PEC que define regras para nomeação de conselheiros no TCE

A parlamentar também afirmou estar preparada para enfrentar ataques durante o período eleitoral. Para ela, candidatos considerados competitivos tendem a ser os principais alvos no debate político.

“Vou responder apenas ao que merecer resposta. Ataques fazem parte do processo, principalmente contra quem está bem posicionado”, concluiu.

Em 2026, Mato Grosso terá duas vagas em disputa para o Senado Federal, cenário que tem intensificado as movimentações e o surgimento de novos pré-candidatos no Estado.

Ana Paula Figueiredo

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  De olho em 2022, Witzel busca apoio e é aconselhado a se reaproximar de Flavio Bolsonaro

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  Deputado João Batista visita14 municípios no oeste do estado

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA