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Max Russi destaca, em posse na Famato, que o agronegócio é a “mola propulsora” de MT

Max Russi lembrou que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mato Grosso apresentou maior percentual de crescimento populacional, além disso, é o terceiro do Brasil que mais cresceu em seu Produto Interno Bruto

Foto: Marcos Lopes

O deputado Max Russi (PSB) avalia o agronegócio como a “mola propulsora” de desenvolvimento do Estado, atualmente avaliado como um dos que mais cresce e produz em todo Brasil. Representando a Assembleia Legislativa na posse da nova diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) na quinta-feira (9), o primeiro-secretário da Casa de Leis elencou alguns dos principais fatores que vinculam a atuação do setor produtivo ao processo evolutivo dos últimos anos.

Max Russi lembrou que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Mato Grosso apresentou maior percentual de crescimento populacional, além disso, é o terceiro do Brasil que mais cresceu em seu Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, de 4,5%, conforme o governo estadual.

“O Estado que menos tem desemprego no Brasil. Temos um setor muito importante, que é o setor agrícola, que é o nosso agronegócio, que é nossa produção de carnes, que é a nossa produção de grãos”, complementou

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Russi acredita que uma união de forças, somadas aos bons resultados que Mato Grosso vem alcançando, podem gerar ainda mais a implementação de oportunidades em regiões específicas dos 141 municípios.

“Nós precisamos pegar esse nosso desenvolvimento e agregar tudo isso, para que nós possamos gerar qualidade de vida para nosso povo, para que nós possamos olhar para todas as regiões de nosso Mato Grosso e trabalhar para fazer com que cada produtor, que cada pessoa desse Estado faça um pouco mais e nós possamos construir sendo um Estado de oportunidades”, avalia. 

Famato –  O produtor rural Vilmondes Sebastião Tomain foi eleito o novo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) para o triênio 2023-2025. O deputado Max Russi representou o Legislativo durante a posse da nova diretoria.  “Conte com a Assembleia Legislativa para todas as lutas, para todos os projetos, para ajudar o setor produtivo do nosso Estado”, assegurou o primeiro-secretário.

Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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