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Lula diz que está apaixonado e que vai se casar

Preso há mais de um ano, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse que está apaixonado e que vai se casar assim que sair da prisão. A revelação foi feita ao ex-ministro e economista Luiz Carlos Bresser-Pereira, durante visita na quinta-feira, na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

“Na última quinta-feira eu visitei Lula. Ele está em ótima forma física e psíquica”, contou Bresser no texto “Visita a Lula na prisão”, compartilhado nesse sábado no Facebook (confira abaixo na íntegra). Segundo o ex-ministro, a grande preocupação de Lula é com a defesa da soberania e ter reconhecida sua inocência. “Está apaixonado e seu primeiro projeto ao sair da prisão é se casar”, emendou.

Segundo o colunista da revista Época Guilherme Amado, a namorada de Lula é a socióloga Rosângela da Silva e é amiga do ex-presidente desde os tempos das caravanas da cidadania, há décadas. De acordo com seu perfil em uma rede social, Rosângela está há 16 anos anos em Itaipu Binacional. Janja, como Rosângela é chamada, vive em Curitiba, mas, é paulista. Os dois namoravam mesmo antes de Lula ser preso. Ainda segundo o colunista, Rosângela visita Lula com frequência e tem em torno de 40 anos.

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Lula, que está com 73 anos, ficou viúvo em fevereiro de 2017. A ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva morreu aos 66 anos depois de sofrer um AVC.

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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