Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

Luciara recebe emenda de R$ 249 mil destinada à saúde e educação


Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Dr.João (MDB) destinou ao município de Luciara emenda parlamentar de R$ 249 mil reais para investimentos na saúde e educação. Para o custeio da saúde o valor destinado foi de R$ 109 mil reais, já para a educação R$ 100 mil reais foi para à aquisição de tablets e R$40 mil para aquisição de mobiliários. 

Segundo o parlamentar, o recurso já foi liberado e está na conta da prefeitura. “Essas emendas conquistada para Luciara, são um compromisso meu com a população do município, bem como dos gestores que, junto comigo, buscaram recursos para atender as principais necessidades da cidade”, ressaltou o deputado.

Para o Dr. João com o trabalho e parceria com o prefeito de Luciara, Parassu de Souza, com o vice, Arlindo Luz, com a secretária de educação, Marcilene Medeiros e com os vereadores Reivone Marques e Claúdia Kanela, o município terá muito mais recursos para o desenvolvimento e melhorias da cidade.

“Os recursos pagos neste mês ajudarão muito na saúde, uma das áreas que mais precisam de atenção neste momento pandêmico no qual estamos vivendo, e quanto a emenda paga para a área de educação, contribuirá muito para a formação dos estudantes e qualidade de trabalho dos educadores,” finalizou o parlamentar.

Leia Também:  MP move ação para suspender flexibilização da posse de arma em Diamantino e mais 21 municípios
Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Juarez Costa, Neri e Dilmar garantem 33 milhões para estrada Nanci

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  Após soltar 80 condenados em 2ª instância, Lewandowski pede que Toffoli marque julgamento

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA