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Política

Deputado Thiago Silva apresenta balanço de ações em prol da Unemat em Rondonópolis


Reunião com diretoria da Unemat

Foto: HENRIQUE COSTA PIMENTA BRAGA

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) esteve na última quinta-feira (24) no núcleo pedagógico da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), em Rondonópolis, conversando com os alunos sobre a estrutura dos cursos e sobre os recursos já viabilizados pelo parlamentar que está trabalhando para o fortalecimento da Universidade.

Junto com o diretor, Sérgio Santos, e coordenação da Unemat, Thiago Silva fez uma prestação de contas do trabalho em prol da expansão de vagas e também ouviu as principais reivindicações dos estudantes dos cursos. Em 2020, o deputado destinou mais de R$ 2 milhões para a criação de 100 vagas para o curso de Jornalismo e 100 vagas para o curso de Direito, em Rondonópolis.

“Para mim é uma imensa alegria ver o fruto do nosso trabalho acontecendo na prática! Percebo a motivação e o brilho nos olhos de cada aluno que hoje está estudando em uma das principais universidades do país, que é a Unemat. Nosso objetivo é continuar lutando para a criação do campus da Unemat em Rondonópolis e garantir a implantação de novos cursos na universidade”, disse.

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O parlamentar também apresentou na Unemat o novo cursinho Prof. Vilma Moreira, criado por meio de emenda parlamentar junto à universidade, que irá garantir mais de 150 vagas gratuitas para estudantes de baixa renda se prepararem para o Enem 2022.

O diretor da Unemat agradeceu a parceria e empenho do deputado que não tem medido esforços para garantir emendas para ampliar as vagas para novos universitários. “O deputado Thiago Silva é o que mais destinou emendas para a Unemat no último ano e garantiu os cursos de Direito e Jornalismo, logo agradecemos a sua parceria”, disse.

No início do mês de março, o deputado Thiago Silva reuniu com uma comissão de estudantes e o reitor Rodrigo Zanin, que informou que a Universidade aguarda a instalação da rede elétrica e de água, por parte da Prefeitura de Rondonópolis para que o Estado possa receber por meio de termo de cessão, o terreno para a construção do campus na cidade.

Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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