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Política

Coro Experimental MT interpreta canções pantaneiras nesta quinta no Teatro Zulmira

Coro Experimental, no espetáculo Studio 90, em dezembro de 2021

Foto: Karen Malagoli

O Pantanal mato-grossense e seus encantos são a inspiração do espetáculo inédito do Coro Experimental MT, que ocorre nesta quinta-feira (27), às 20h, no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, anexo à Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Os ingressos custam R$ 40, cabendo a meia entrada (prevista em lei) e a “meia solidária”, a R$ 20 mais um quilo de alimento não perecível, a ser doado a instituições filantrópicas atendidas pela Assembleia Social (Coordenadoria de Integração, Cidadania e Cultura da ALMT).

O show de canto coral “Expresso Pantaneiro” se inspira na temática projetada nacionalmente em razão da novela da TV Globo e traz para o palco do Zulmira as canções que falam ao “coração sertanejo” dos brasileiros. 

Para nós, que vivemos tão próximos do Pantanal, nada mais natural do que trazer a público a nossa leitura do universo pantaneiro. É uma forma de homenagear o Pantanal e reverenciar toda a riqueza desse bioma que une os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul”, comenta Jefferson Neves, diretor artístico, fundador e regente do CEMT, ao lado de Tuanny Godoi, e responsável pela maioria dos arranjos. 

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A dificuldade inicial foi selecionar as músicas a serem interpretadas entre dezenas de sugestões trazidas pelos coralistas, já que cada um tem o seu baú de memórias e suas preferências.  Jefferson e Tuanny escolheram 16 canções, entre elas, clássicos como “Chalana”, “Tocando em frente”, “No Rancho Fundo”, “Meu primeiro amor” e “Cuitelinho”, “Chuva no Pantanal” e “Trem do Pantanal”, com arranjo de autoria de Iso Fischer. O espetáculo terá participação do músico Eduardo Santos (conhecido como Madá) na viola caipira e violão.

A maioria das músicas será interpretada por todos os coralistas, sendo que algumas serão cantadas acappella (sem acompanhamento musical) e outras com percussão, piano, violão e viola caipira. Haverá também alguns solos e canções apresentadas por pequenos grupos.

“O Coro Experimental MT traz sempre boas surpresas para nosso palco, sempre valorizando a arte mato-grossense e, agora, relembrando nossas raízes musicais e cantando a beleza do Pantanal. Venham todos e sejam agraciados por esse carinho musical”, convida a diretora do Teatro Zulmira Canavarros, Daniella Paula Oliveira.

Os ingressos antecipados estão sendo vendidos neste link e, para quem quiser comprar diretamente na portaria, haverá atendimento a partir das 18h30, em dinheiro ou via PIX. Os alimentos podem ser entregues diretamente no teatro, antes do show.

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Serviço

Espetáculo de canto coral “Expresso Pantaneiro”, com o Coro Experimental MT

Data: quinta-feira (27/10), às 20h

Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros (anexo à ALMT)

Valor: R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia) e R$ 20 + 1kg de alimento não perecível (meia solidária)

Vendas: on-line neste link ou a partir das 18h30, diretamente na portaria

Fonte: ALMT

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Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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