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Política

Bolsonaro recebe Onyx para discutir retomada dos trabalhos do governo após o carnaval

O presidente Jair Bolsonaro recebeu o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, na manhã desta terça-feira (5) no Palácio da Alvorada. Segundo o ministro, o encontro foi marcado para discutir a agenda de trabalhos do governo após o carnaval.

Bolsonaro passou o carnaval em Brasília, na residência oficial da Presidência da República. O presidente tem previsão de voltar a despachar de seu gabinete, no Palácio do Planalto, a partir das 14h de quarta-feira (6).

Depois da saída de Onyx nesta terça, repórteres cinematográficos registraram um bate-papo de Bolsonaro com auxiliares na entrada do palácio. O presidente vestia bermuda e uma camiseta verde e amarela.

Após o encontro com Bolsonaro, Onyx afirmou que no próximo dia 14, quinta-feira da próxima semana, haverá reunião ministerial com uma apresentação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre governança pública.

“Ficou ajustado que a reunião ministerial vai acontecer na próxima quinta-feira, dia 14, já também com uma pauta de governança pública, que será uma apresentação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre os melhores padrões de governança, que é o que o governo vem trabalhando desde a transição”, disse o ministro.

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Desde a posse, em janeiro, Bolsonaro tenta manter o hábito de realizar reuniões semanais do conselho governo, composto por ele próprio, pelo vice-presidente Hamilton Mourão e pelos 22 ministros de Estado. A maior parte das reuniões foi realizada às terças.

Reforma da Previdência

Onyx ainda afirmou que o governo está seguro em relação à aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, enviada por Bolsonaro ao Congresso Nacional.

O chefe da Casa Civil ressaltou que deputados e senadores farão ajustes no texto proposto pelo governo.

“Estamos muito seguros da nova Previdência, que apresentamos ao Congresso. Agora tem aquela fase de passar pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) da Câmara, depois a comissão especial e, aí, virão os ajustes que o parlamento seguramente deverá fazer”, declarou.

Em um café com jornalistas na semana passada, Bolsonaro admitiu que poderá aceitar a redução de 62 para 60 anos a idade mínima de aposentadoria para mulheres, proposta pelo governo.

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A reforma começará a ser analisada na Câmara. Após passar por comissões, terá de ser aprovada, em duas votações em plenário, com os votos de ao menos 308 dos 513 deputados.

Em caso de aprovação, a PEC seguirá para o Senado, com a exigência de mais duas votações, com o apoio de 49 dos 81 senadores.

G1

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Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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