Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política

Bolsonaro recebe Eduardo e o ministro das Relações Exteriores no Palácio da Alvorada

O presidente Jair Bolsonaro recebeu na tarde deste domingo (25) na residência oficial do Palácio da Alvorada um dos filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

Eduardo e Araújo não falaram com a imprensa na chegada. O G1 questionou a assessoria de imprensa da Presidência sobre o motivo da reunião e aguarda uma resposta. O encontro ainda não havia terminado até a última atualização desta reportagem.

Desde a campanha presidencial do ano passado, Eduardo auxilia o pai em assuntos de política externa, como conversas com líderes de outros países. O deputado preside a Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

Nos últimos dias, diante da crise com as queimadas na Amazônia e das críticas do presidente francês, Emannuel Macron, sobre a política ambiental do Brasil, Eduardo saiu em defesa do pai. Em uma rede social, ele divulgou um vídeo em que chama Macron de “idiota”.

Também na área de relações exteriores, o deputado vive a expectativa de ser indicado para o posto de embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Desde julho, Bolsonaro defende publicamente o nome do filho para a função. No entanto, o presidente ainda não enviou oficialmente a indicação para o Senado.

Leia Também:  Pardal registra 617 denúncias em Mato Grosso e já supera última eleição

Futuros embaixadores devem ser sabatinados em comissão da Casa e depois precisam ter o nome aprovado no plenário pela maioria dos senadores. O Palácio do Planalto avalia que ainda não tem o apoio suficiente dos parlamentares para a aprovação de Eduardo.

Telefonemas

Bolsonaro tem falado por telefone com líderes de outros países que, segundo ele, ofereceram ajuda ao Brasil no combate ao fogo. Ele citou os presidentes Sebastian Pinera (Chile) e Donald Trump (Estados Unidos).

No sábado, Bolsonaro afirmou que, se Macron telefonar, ele vai ser educado e atender o presidente francês.

G1

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Política

TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

Leia Também:  Pardal registra 617 denúncias em Mato Grosso e já supera última eleição

A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

Leia Também:  CPI da Telefonia Móvel faz oitivas com operadoras e Anatel

Fonte Folhamax

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

polícia

política

Cidades

ESPORTES

Saúde

É Direito

MAIS LIDAS DA SEMANA