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Arquivo Musical resgata a história de letras e canções


Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Os ouvintes da Rádio Assembleia têm mais uma seleção especial para curtir nas noites de sextas-feiras. Arquivo Musical é o novo programa que reúne músicas que marcaram época e fazem parte da história da vida de muitas pessoas e até do país. Com uma hora de duração, os episódios inéditos vão ao ar todas as sextas, a partir das 20h.

Para contar o contexto de cada música, nada melhor do que voz da experiência. Ou melhor, as vozes. O radialista e mestre de cerimônias Edson Pires apresenta o programa e Paulo de Tarso é responsável pela produção. 

Próximo de completar 80 anos, Edson Pires está feliz em conduzir o Arquivo Musical, que traz músicas que “mexem com o coração” e relembra que sua história com  rádio é antiga. “Meu primeiro contato com o rádio foi na antiga Voz do Oeste, quando apresentava programa estudantil, e fui eu que comecei com a Rádio Assembleia, na época ainda por telefone, porque não havia estrutura. Eu ligava para as rádios regionais e passava as informações sobre o que tinha acontecido”.

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Para Paulo de Tarso, 71, Arquivo Musical tem o desafio de contar o que está por trás das letras e da melodia de cada canção. “A ideia era formar um arquivo e fomos rememorando as músicas e decidimos criar um programa para contas essas histórias”. 

De acordo com Tarso, não existe um estilo ou um tema específico. A ideia é justamente diversificar o repertório e proporcionar diferentes experiências. “Selecionamos músicas de todos os estilos, músicas regionais, do Pantanal, do Nordeste. O importante é que tenha uma lembrança, uma história para contar”.

E o programa já tem tido aceitação. Segundo ‘seo’ Edson Pires, o programa caiu no gosto dos ouvintes, que também podem participar enviando sugestões pelos canais das redes sociais da rádio. “O programa é gravado, mas a gente sempre pede sugestão para os ouvintes”, avisa Pires.

Para o gerente de jornalismo da Secretaria de Comunicação da Assembleia Legislativa (Secom), Ever Jota, a experiência do apresentador e sua forte ligação com o rádio traz para o programa uma proximidade com os ouvintes. “Seo Edson tem essa ligação, ele fala com a gente. Nem todo mundo consegue fazer isso”.

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O gerente da Rádio Assembleia, Eduardo Ferreira, acredita que o Arquivo Musical veio para coroar a boa e eterna música. “Isso tem sido possível graças aos trabalhos preciosos de Paulo de Tarso, uma verdadeira enciclopédia musical, e Edson Pires, uma voz que se confunde com a história do rádio mato-grossense. Dessa forma, a Rádio Assembleia cumpre seu papel de emissora pública comprometida com a informação, a história e a cultura”, disse Ferreira.

A Rádio Assembleia está na frequência 89,5 FM e pela internet no endereço https://radio.al.mt.gov.br. Para enviar sugestões e pedidos de música, o WhatsApp da Rádio é 65 9689-8950.

Fonte: ALMT

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TJMT condena Cattani a indenizar associação LGBTQIA+ e publicar retratação

A Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso condenou o deputado estadual Gilberto Cattani (PL) ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, além da obrigação de publicar uma retratação em seu perfil no Instagram. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (15), após análise de recurso movido pela associação MT Queer.

O colegiado seguiu, de forma unânime, o voto do desembargador Rubens de Oliveira Santos Filho, que divergiu inicialmente da relatora Serly Marcondes Alves. Em primeira instância, a entidade havia tido o pedido negado, cenário que se repetiu em decisão inicial no próprio tribunal. No entanto, após pedido de vista, Rubens apresentou voto favorável à associação, posteriormente acompanhado pela relatora, consolidando o entendimento unânime da Câmara.

No voto, o desembargador destacou que o parlamentar possui histórico de manifestações consideradas polêmicas e apontou que, neste caso, houve extrapolação dos limites da atuação política. Segundo ele, as declarações não configuram exercício legítimo da função parlamentar, mas sim conteúdo discriminatório. “É nítido que o tom adotado não se caracteriza como crítica administrativa ou política, mas revela conteúdo de segregação e preconceito”, afirmou.

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A ação tem origem em um vídeo publicado por Cattani em novembro de 2023, no qual ele criticava um curta-metragem produzido pela MT Queer. O material retratava a relação afetiva entre dois jovens e, segundo o deputado, estaria “incentivando” comportamentos entre estudantes. A interpretação foi contestada pela entidade, que acionou a Justiça alegando discurso discriminatório.

Para o relator do voto vencedor, o caso não se enquadra na proteção da imunidade parlamentar. Ele classificou a conduta como manifestação de “intolerância odiosa”, ressaltando que não há nexo funcional que justifique o conteúdo das declarações no âmbito do exercício do mandato.

Além da indenização, que será acrescida de juros e correção monetária, o deputado deverá publicar uma retratação em sua conta no Instagram por, no mínimo, 15 dias. O descumprimento poderá gerar multa diária de R$ 1 mil.

A decisão, proferida em segunda instância, ainda pode ser alvo de recursos. Caso seja mantida até o trânsito em julgado, o caso poderá ter desdobramentos na esfera eleitoral, com eventual análise à luz da Lei da Ficha Limpa, dependendo do entendimento sobre eventual incitação ao ódio e suas implicações jurídicas.

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Fonte Folhamax

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