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Veja vídeo – Homem se passa por cliente de barbearia e mata cabeleireiro

O cabeleireiro Fausto Jonas dos Santos foi assassinado a tiros enquanto trabalhava em uma barbearia em Barra do Bugres (MT), nesta terça-feira (25).

Uma câmera de segurança do local filmou toda a ação do criminoso. O homem, de camisa azul, entrou no salão se passando por cliente e sentou no sofá de espera.

No estabelecimento só havia Fausto trabalhando no momento. Ele atendia um cliente e pediu para que o assassino esperasse, imaginando se tratar de outro cliente.

Momentos depois, o homem se levantou e tirou a arma do bolso, apontando para o cabeleireiro. Segundo o boletim de ocorrência, nesse momento ele anunciou um assalto.

Entretanto, o criminoso atirou contra a vítima na cabeça e depois ainda ameaçou o cliente. O homem foi embora sem levar nenhum objeto de valor do salão.

Fausto foi atendido ainda com vida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e encaminhado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade. Lá, ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

O autor do crime ainda não foi identificado e está foragido. A motivação do assassinato ainda está sendo apurada.

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A Polícia Civil esteve no local e está investigando o caso.

Veja o vídeo:

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Polícia

Suspeito morre em confronto com a Polícia Civil durante operação em MT

 

 

Um homem de 30 anos, identificado como Ian dos Santos, morreu nesta quarta-feira (26), em Sinop (MT), em um confronto com a Polícia Civil durante a Operação Dissolução Forçada. A ação tem foco no combate direto à prática do crime de lavagem de dinheiro realizado por integrantes e pessoas jurídicas ligadas ao Comando Vermelho, suspeitos de movimentarem valores milionários entre os anos de 2024 e 2025.

Segundo apurado pelo , os policiais foram até a casa de Ian para cumprir mandados de busca e apreensão. Ao perceber a presença dos agentes, o suspeito tentou fugir, reagiu e saiu com uma arma de fogo em mãos. Os agentes revidaram e Ian acabou baleado. O suspeito não resistiu aos ferimentos.

Conforme o delegado Getúlio Daniel, responsável pelas investigações, Ian tinha passagens criminais desde que era menor de idade. “Já tinha uma pena definitiva em seu desfavor de 13 anos e era investigado de ser integrante dessa organização criminosa [Comando Vermelho]. Na residência dele também havia drogas. Além de homicida, era traficante. É um criminoso, que desde muito tempo vinha praticando esses crimes com violência ou grave ameaça”, detalha o delegado.

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“Quem se interessa em fazer parte desse tipo de ‘vínculo social’, o cemitério ou a cadeia é o destino final. Esse rapaz talvez teve várias oportunidades de sair desse vínculo social que ele tinha com esses criminosos. Hoje, certamente, o limite dele chegou”, acrescenta.

A operação

Nesta quarta, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, 24 bloqueios de contas bancárias entre pessoas físicas e jurídicas de até R$12 milhões e suspensão das atividades comerciais de seis empresas, foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Sinop, com base em investigações da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) do município.

A investigação, conduzida pela Draco Sinop, identificou que a facção criminosa atuava em crimes de tráfico de drogas, lavagem de capitais e delitos correlatos,. Os elementos apurados apontam que o grupo criminoso movimentou mais de R$ 12 milhões entre os anos de 2024 e 2025.

As medidas patrimoniais e as suspensões de atividade empresarial têm como objetivo interromper o fluxo financeiro utilizado pelo grupo para dar aparência lícita a recursos oriundos das práticas ilícitas.

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Os procedimentos decorrentes das prisões e apreensões, incluindo boletins de ocorrência, autos circunstanciados e requisições periciais, estão sendo lavrados e encaminhados à Draco Sinop, com foco no avanço das investigações.

Nome da operação

Dissolução forçada faz referência ao principal objetivo da operação, a identificação de pessoas jurídicas que são utilizadas de modo exclusivo ou prioritário para Lavagem de Dinheiro, realizando a cessação imediata de suas atividades, dissolvendo sua criação fraudulenta.

A operação tem foco ainda na descapitalização dos envolvidos, uma vez que o sequestro do patrimônio e da estrutura financeira das facções é tão relevante quanto às prisões, pois compromete a capacidade de reorganização do grupo e reinvestimento dos valores ilícitos.

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