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Polícia

Professora que atropelou 3 perto da Valey é intimada a pagar o restante da fiança

A professora Rafaela Screnci da Costa Ribeiro, 33 anos, que atropelou três jovens em frente à boata Valley, em dezembro passado, foi intimada pela Justiça a pagar o resto da fiança estabelecida para que responda o processo em liberdade. Ela já pagou R$ 9,5 mil. Porém o valor foi reformado para R$ 28,5 mil. O resto a pagar é, portanto, de R$ 19 mil. No acidente, duas vítimas faleceram e a única sobrevivente se recupera em casa.

Em despacho do último dia 23, foi expedido mandado de intimação para que a professora reforce a fiança por meio de uma das formas previstas no artigo 330 do Código Penal, que determina que o pagamento seja constituído em depósito de dinheiro, pedras, objetos ou metais preciosos, títulos da dívida pública ou em hipoteca.

No dia 14 deste mês, o juiz Wladymir Perri, da Décima Vara Criminal de Cuiabá, atendeu ao pedido do Ministério Público do Estado (MPE) e determinou novo valor de fiança. Na decisão, o magistrado explicou que decidiu pelo reforço porque o carro de Rafaela, um Renault Oroch, que ela dirigia no momento do atropelamento, é de valor superior ao valor pretendido pelo MPE – R$ 28,5 mil. “Logo, merece deferimento o presente pleito, tendo em linha de estima que o importe colimado não ultrapassa as condições pessoais de fortuna da custodiada”, disse em trecho da decisão.

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No entendimento da Justiça, a correção é necessária porque leva em conta a gravidade da ação, a grande repercussão dos fatos, as graves consequências e, também, por servir como garantia para pagamento de indenização do dano causado. A única sobrevivente do acidente foi Hya Girotto Santos, de 21 anos, que recebeu alta no dia 15 e segue com o tratamento em casa.

Segundo informações de familiares, a estudante se recupera bem, mas ainda retornará ao hospital para fazer exames e estão descartadas intervenções cirúrgicas por ora.

O caso

Os jovens saíam da boate quando foram atingidos pelo carro de Rafaela, na avenida Isaac Póvoas, por volta das 5h50 de domingo (23). A responsável por conduzir o automóvel era a professora Rafaela Screnci da Costa.

A universitária Myllena de Lacerda Inocêncio, 22 anos, também foi atropelada. A jovem não resistiu aos ferimentos e morreu no local do acidente. Ramón Alcides Viveiros, 25 anos, chegou a ser socorrido mas faleceu dias depois no hospital. Já Hya Girotto, única sobrevivente, deixou a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Geral Universitário (HGU), em Cuiabá, no dia 9 e seis dias depois teve alta.

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Rafaela Screnci foi presa em flagrante. No dia seguinte, passou por audiência de custódia, pagou fiança e responderá pelo processo em liberdade. Como medida cautelar, teve a Carteira de Habilitação (CNH) recolhida, deve comparecer mensalmente em juízo e se recolher rotineiramente nos períodos noturnos e aos finais de semana.

O delegado Christian Cabral, titular da Delegacia de Trânsito (Deletran), que conduz o inquérito do triplo atropelamento, não descarta a possibilidade de responsabilizar também a estudante Hya Girotto pelo grave acidente. Ele aguarda laudos periciais para dar andamento à investigação e a expectativa é que ela preste depoimento na próxima semana.

RD News

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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