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Preso em SP, acusado de chacina que deixou 9 mortos em MT é o quarto suspeito a ser detido

Foto: TVCA/ Reprodução

Ronaldo Dalmoneck, conhecido como Sula, é o quarto acusado pelo Ministério Público Estadual (MPE) de participar da chacina que deixou nove mortes a ser preso. Outros três suspeitos estão detidos na Cadeia Pública de Colniza, a 1.065 km de Cuiabá.

Estão presos Pedro Ramos Nogueira, Paulo Neves Nogueira e Moisés Ferreira de Souza. Valdelir João de Souza, suspeito de ser o mandante, é considerado foragido.

A Justiça de Mato Grosso recebeu o ofício emitido pela Polícia Civil de Ibiúna que informa a prisão. Agora, o documento será encaminhado para o juiz de Colniza, Ricardo Frazon Menegucci, que tem até cinco dias para solicitar a transferência de Ronaldo.

De acordo com o Código de Processo Penal, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP) tem até 30 dias para cumprir o encaminhamento do preso à unidade prisional de Colniza.

Por se tratar de prisão preventiva, ele ficará detido enquanto o processo segue os trâmites normais.

A prisão

Ronaldo Dalmoneck foi preso no sábado (12), na rodovia SP-250, em Ibiúna (SP), durante um blitz. Ele teria demonstrado nervosismo ao ser abordado pela Polícia Rodoviária. O checar o nome dele no sistema, os policiais perceberam que havia um mandado de prisão em aberto.

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A chacina

O crime ocorreu em 2017. Consta na denúncia do MPE que, Ronaldo, junto com os demais acusados, a mando de Valdelir, teriam seguido até a Linha 15 – onde ocorreu a chacina – e, com o uso de armas de fogo e arma branca, executaram Francisco Chaves da Silva, 56, Edson Alves Antunes, 32, Izaul Brito dos Santos, 50, Aldo Aparecido Carlini, 50, Sebastião Ferreira de Souza, 57, Fábio Rodrigues dos Santos, 37, Samuel Antonio da Cunha, 23, Ezequias Santos de Oliveira, 26, e Valmir Rangel do Nascimento, de 55 anos.

G1

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Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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