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Policial vira réu por acusação de tentar vender informações privilegiadas sobre operação a investigado em MT

O policial militar Franckciney Canavarros Magalhães, que estava lotado no Grupo de Atuação ao Crime Organizado (Gaeco) virou réu em uma ação criminal acusado de tentar vender informações a um investigado na Operação Convescote, em setembro de 2017. O juiz Marcos Faleiros, da 11ª Vara Criminal Militar de Cuiabá, recebeu a denúncia contra Franckciney no dia 6 de junho e marcou a audiência de 31de outubro de 2019.

O G1 tenta localizar a defesa do policial.

Segundo o Ministério Público, durante a primeira fase da operação, que resultou na denúncia de 22 pessoas, o agente teria tentado obstruir as apurações em curso, além de ter solicitado vantagem indevida a um dos investigados para vender informações sigilosas que favoreceriam a organização criminosa, o que causou prejuízo às investigações.

O policial foi preso pelo próprio Gaeco em setembro de 2017, após o desvio de conduta ser identificado. A prisão foi determinada pelo Juízo da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, onde já tramita a primeira ação penal referente à operação. Além disso, também foi determinada busca e apreensão na residência do agente.

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Denúncia do MP

De acordo com o MP, a organização criminosa agiu no estado entre os anos de 2015 e 2017, com clara divisão de tarefas, se apropriando de recursos públicos e lavando o dinheiro para dissimular a natureza. O líder do esquema seria um servidor do TCE, que à época dos fatos ocupava o cargo de secretário executivo de Administração daquele órgão. A esposa dele também é acusada de ter envolvimento com a organização.

Conforme a denúncia, o servidor tinha sob o seu comando o Núcleo de Gestão de Contratos, Convênios e Parcerias, que é o setor responsável pela administração de todos os convênios, contratos e instrumentos congêneres.

O MP aponta que as empresas envolvidas no esquema delituoso são de propriedade dos demais membros da organização, que também foram denunciados.

As investigações apontam que a ALMT, o TCE, secretarias estaduais e prefeituras firmaram convênio com a Faesp para a prestação de serviços diversos. A fundação, por sua vez, subcontratava empresas – algumas delas fictícias, como as investigadas na operação –, pagando pelos serviços com dinheiro público.

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G1

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Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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