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Polícia

Polícia Civil descobre rinha de galos e procura responsável por pintar cão de azul

A Polícia Civil localizou nesta terça-feira (14.03) uma rinha de galo, em Alto Araguaia e uma pessoa foi conduzida por crime ambiental.

A Delegacia do Município recebeu denúncia de que aves estavam presas em uma casa, sem alimentação e sendo maltratadas. Os policiais civis foram ao local e confirmaram a denúncia.

Na casa que está abandonada, no bairro Atlântico, havia galos presos em gaiolas pequenas, com pouca ou quase nenhuma alimentação. Alguns estavam mortos e no local existia uma espécie de ‘ringue’ improvisado, onde os animais, possivelmente, eram colocados para lutarem uns contra os outros até a morte, prática conhecida como ‘rinha’ e tipificada na Lei Ambiental, sendo declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal.

Os policiais identificaram o responsável pela residência, que foi conduzido e ouvido na delegacia. Ele confessou a predileção pela criação de galos-de-briga, contudo, negou que os animais estivessem privados de alimentação.

“O fato, por si só, já é crime, tipificado na Lei Ambiental, no artigo 32, que tem pena de detenção de três meses a um ano, e multa. Essa prática também foi declarada ilegal em 2011, que veda a submissão de animais a atos de crueldade”, explicou o delegado Marcos Paulo Oliveira.

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Foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência contra o suspeito e enviado ao Poder Judiciário. Os animais foram apreendidos e entregues a pessoa que tem criação de aves em região próxima à cidade.

Cachorro pintado
 

A Delegacia de Alto Araguaia também apura a informação sobre a autoria de maus-tratos contra um cachorro, que foi pintado na cor azul. A unidade da Polícia Civil tomou conhecimento do fato por meio de redes sociais de um cão circulando na cidade e estaca pintado de azul.

Os policiais estão realizando diligências para encontrar o animal, o responsável e verificar se a tinta utilizada pode comprometer a saúde ou causar sofrimento ao cão. Caso se confirme, o responsável poderá responder pelo crime de maus-tratos contra animais, tipificado no artigo 32 da Lei Ambiental.

Fonte: PJC MT

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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