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Justiça

PF vai identificar quem usou X após bloqueio para STF aplicar multas

A Polícia Federal irá investigar usuários da rede social X (anteriormente Twitter) que continuaram a usar a plataforma no Brasil após o bloqueio determinado pelo ministro Alexandre de Moraes e confirmado pela Primeira Turma do STF. A investigação se concentra em usuários ativos a partir de 30 de agosto, quando a Anatel já estava trabalhando com as operadoras para implementar a suspensão.

Os usuários identificados poderão ser multados, já que Moraes estabeleceu uma penalidade diária de R$ 50 mil por descumprimento, incluindo o uso de ferramentas como VPN para contornar a proibição. A identificação dos infratores foi solicitada pela Procuradoria-Geral da República e autorizada pelo ministro.

Recentemente, alguns parlamentares desafiaram a decisão. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fez uma postagem em 3 de setembro afirmando que, de acordo com a Constituição, um ato legal não pode ser considerado ilegal retroativamente por decisão judicial.

Embora inicialmente se cogitasse uma instabilidade nas operadoras como explicação para o acesso ao X no Brasil, a Anatel posteriormente informou ao STF que uma atualização feita pela própria plataforma permitiu contornar o bloqueio.

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Fonte: Metrópoles

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Justiça

Julgamento sobre “cura gay” sai do virtual e vai ao plenário do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidiu transferir para o plenário físico o julgamento que discute a legalidade de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe práticas conhecidas como “cura gay” e restringe o uso de fundamentos religiosos na atuação profissional de psicólogos.

A análise, que estava ocorrendo no ambiente virtual, será retomada presencialmente após o pedido de destaque feito por Fachin. O caso envolve duas ações diretas de inconstitucionalidade que tratam de pontos opostos sobre a norma editada em 2023.

De um lado, o partido Novo e o Instituto Brasileiro de Direito e Religião questionam a regra, alegando que ela fere a liberdade de crença e de expressão dos profissionais. Do outro, o PDT defende a validade da resolução, argumentando que a medida não impede manifestações religiosas, mas estabelece limites claros para evitar que convicções pessoais interfiram no atendimento psicológico.

A norma do CFP veda a chamada terapia de conversão sexual e reforça que o exercício da psicologia deve seguir critérios científicos reconhecidos, sem substituição por crenças religiosas. Para os defensores da resolução, a flexibilização poderia abrir espaço para práticas já amplamente criticadas por entidades médicas e científicas.

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Antes da suspensão do julgamento, o relator Alexandre de Moraes votou pela validade da norma. Ele entendeu que a resolução não viola a liberdade religiosa, mas garante a proteção dos pacientes e reafirma o caráter laico do Estado, ao impedir tratamentos sem base científica.

Com a ida ao plenário físico, o julgamento ganha novo peso dentro da Corte e deve reunir todos os ministros em uma discussão que envolve direitos fundamentais, liberdade religiosa e limites da atuação profissional na área da saúde. Ainda não há data definida para a retomada do caso.

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