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Polícia

MP pede à Justiça júri popular de mandante e executor de chacina ocorrida há 2 anos em Colniza (MT)

O Ministério Público Estadual (MPE) pediu à Justiça que o mandante e o executor da chacina que matou nove trabalhadores rurais em Colniza, a 1.065 km de Cuiabá, há dois anos, vão a júri popular. Valdelir João de Souza, apontado como mandante, é considerado foragido. Já Pedro Ramos Nogueira está preso.

O G1 tenta contato com a defesa deles.

O pedido de pronúncia dos dois ainda deve ser analisado pela Justiça.

Além dos dois, outros três também foram denunciados por participação na chacina e estão presos. São eles: Ronaldo Dalmoneck, Paulo Neves Nogueira e Moisés Ferreira de Souza.

Segundo o MPE, os acusados integram um grupo de extermínio denominado “os encapuzados”, conhecidos na região como matadores de aluguel, sendo contratados para ameaçar e executar pessoas.

A motivação dos crimes seria a extração de recursos naturais da área. Com a morte das vítimas, a intenção do mandante era assustar os moradores e expulsá-los das terras, para que ele pudesse, futuramente, ocupá-las.

Ainda segundo o MPE, o grupo de extermínio percorreu aproximadamente 9 km ao longo da Linha 15, assassinando, com requintes de crueldade, aqueles que encontraram pelo caminho, sem dar chance de fuga ou defesa.

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Foram mortos:

  • Izaul Brito dos Santos, de 50 anos
  • Ezequias Santos de Oliveira, 26 anos
  • Samuel Antônio da Cunha, 23 anos
  • Francisco Chaves da Silva, 56 anos
  • Aldo Aparecido Carlini, de 50 anos
  • Edson Alves Antunes, 32 anos
  • Valmir Rangeu do Nascimento, 55 anos
  • Fábio Rodrigues dos Santos, de 37 anos
  • Sebastião Ferreira de Souza, de 57 anos

Empresário do ramo madeireiro, Valdelir, o Polaco Marceneiro, como é mais conhecido, está com a prisão decretada desde maio de 2017. A defesa dele disse que ele não se entregou até hoje por considerar sua prisão “totalmente desproporcional e injusta”.

G1 MT

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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