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Ladrão que foi baleado em confronto com a PM morre após 2 semanas internado em MT

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Um assaltante morreu na noite dessa sexta-feira (26) enquanto estava internado no Pronto Socorro de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, depois de um confronto com a Polícia Militar no dia 11 de julho.

De acordo com a Polícia Militar, Sandro Fernandes de Souza, de 19 anos, estava internado desde o dia do confronto. Ele foi atingido no abdômen e na perna. Durante a internação, ele teve a perna amputada e sofreu uma parada respiratória.

No dia do confronto, Rafael de Oliveira Santos, de 26 anos, morreu no tiroteio.

Eles roubaram um Ford Ka, recém-comprado, que ainda estava sem placas, durante a madrugada e logo depois assaltaram um posto de combustível, na Rodovia dos Imigrantes.

Conforme a Polícia Militar, o fato de o veículo estar sem placas, dificultou a localização. No entanto, durante a manhã o dono do carro conseguiu rastrear o veículo por meio do GPS e informou que estava circulando na região do Bairro São Matheus, em Várzea Grande.

A polícia então começou a vasculhar essa região em busca de pistas dos suspeitos dos assaltos e viu os homens dentro de uma casa sem muros, que eles teriam invadido para se esconder.

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Quando a PM chegou, eles atiraram contra os agentes, que reviram os tiros. Eles saíram correndo e um deles já baleado caiu no meio da rua. O outro pulou o muro, invadiu a casa vizinha e fez a moradora refém. No entanto, a polícia conseguiu prendê-lo. A vítima foi liberada e passou mal.

Os dois foram encaminhados feridos para o Pronto Socorro de Várzea Grande e um deles morreu no hospital, logo depois de dar entrada na unidade

G1 MT

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Operação contra pedofilia cumpre mandados de busca em Colíder (MT)

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Cenas de nudez de criança de 11 anos foram compartilhadas, segundo a Polícia Federal.

Nesta terça-feira (16), a Polícia Federal deflagrou a Operação Isis para cumprir mandados de busca e apreensão em Colíder, a 648 km de Cuiabá.

O foco da ação é o combate à pedofilia e identificar e prender os responsáveis pela elaboração, venda e compartilhamento de imagens de nudez de uma criança de 11 anos que rodaram várias partes do mundo.

De acordo com as investigações, fotos e vídeos foram compartilhados na deepweb, a parte da internet que não pode ser encontrada por buscadores.

Os crimes investigados estão previstos no Estatuto da Criança e do Alescente. As penas somadas superam 10 anos de prisão.

A ação teve apoio do Conselho Tutelar.

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