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Juiz revoga cautelar e manda delegado e investigadora acusados de protegerem traficantes voltarem ao trabalho em MT

O juiz Moacir Rogério Tortato, da 3ª Vara Criminal de Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, revogou a medida cautelar que mantinham afastados dos cargos o delegado João Bosco Barros e a mulher dele, investigadora da Polícia Civil, Gláucia Cristina Moura Alt. A decisão é dessa quarta-feira (27) e foi requerida pela defesa do casal.

Conforme a defesa, a medida cautelar que determinou o afastamento de João Bosco e Gláucia está vigorando desde 2013 devido à ausência da conclusão das perícias de voz deferidas pela Justiça por falta de aparato do estado.

O juiz entendeu que a fase de instrução criminal está praticamente encerrada e que, por isso, não há o risco de que os acusados interfiram na colheita de provas. Além disso, segundo o magistrado, a medida não pode perdurar por tempo indefinido, já que prejudica demasiadamente o interesse dos acusados, além de ferir as garantias constitucionais.

João Bosco, a mulher e outros investigadores da Polícia Civil foram acusados de supostamente protegerem uma quadrilha de traficantes de drogas que atuava em Mato Grosso. Na sede da Polícia Interestadual de Mato Grosso (Polinter), em 2014, o delegado negou o crime e ainda ironizou sobre a Operação ‘Abadom’, deflagrada em junho daquele ano, com o intuito de desmontar esse esquema envolvendo policiais e traficantes.

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Quando a operação foi deflagrada, Bosco e a mulher ficaram cerca de uma semana presos e conseguiram a liberdade. Porém, depois que o processo foi transferido da Comarca de Várzea Grande para a Vara do Crime Organizado em Cuiabá, as prisões preventivas dos dois foram decretadas novamente.

G1

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Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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