“Já está explícito o que aconteceu. Eu defendi meu bem maior, que é minha filha, minha família. Foi a primeira vez que acontece isso. Nunca vi esse cachorro saindo antes, mas é um pitbull. Estamos falando de um cachorro que tem histórico agressivo. Quando ataca, a maioria das vítimas são fatais”, afirmou.,
O caso veio à tona depois que o tutor do cachorro, que preferiu não se identificar, prestou dois boletins de ocorrência na Polícia Civil, uma sobre a morte do animal e outra por causa das ameaças que passou a sofrer para não denunciar o que havia ocorrido.
Na segunda-feira (25), o tutor do cão disse que o militar foi até a casa dele e teria feito ameaças. O cachorro tinha comportamento dócil e nunca havia atacado ninguém porque vivia dentro da casa, segundo o responsável pelo animal.
Nas redes sociais, o comandante geral da Polícia Militar no estado, Alexandre Mendes, questionou o que as pessoas fariam se estivessem em uma situação semelhante e pediu para que a população não condene a atitude do PM.




O Policial Militar Ricker Maximiano de Moraes, de 33 anos, afirmou em entrevista nesta quinta-feira (28), que escolheu defender a filha e a família diante da aproximação repentina de um pitbull da raça american bully, no dia 3 de setembro deste ano no Bairro Shangri-lá em Cuiabá.


