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Acusados de invadir casa de médico em MT vão responder pelo crime em liberdade

Dois jovens acusados de invadir a casa de um médico, em Tangará da Serra, a 424 km de Cuiabá, foram julgados e devem responder pelo crime em liberdade. Apesar de terem sido julgados por latrocínio, Wellington Pereira Santos, de 22 anos, e Guilherme Lima Santana, de 25 anos, vão cumprir pena por roubo.

De acordo com a juíza, Ana Paula Gomes de Freitas, para o crime de roubo, a lei prevê o cumprimento da pena em regime semi-aberto, em sistema colonial agrícola.

Entretanto, não há esse tipo de detenção no estado. Outra alternativa do regime seria dormir na prisão, mas os tribunais superiores entendem que dormir na cadeia é mais grave e prejudica aos réus.

Assim, eles vão usar tornozeleira eletrônica e podem trabalham de dia. A lei permite que eles durmam em casa, porém, não podem sair da cidade sem autorização.

Ainda segundo a juíza, durante o julgamento, houve uma reviravolta, pois os acusados responderiam pelo crime de latrocínio. No entanto, de acordo os autos, a perícia apurou que a arma usada pelos criminosos estava travada e não disparou.

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O laudo apontou que o equipamento não travou por acidente, mas estava definitivamente estragado, assim, não funcionaria de qualquer maneira.

Dessa forma, a Justiça entende que o crime seria impossível, mesmo com a intenção de matar. Por isso, a mudança no julgamento latrocínio para roubo.

Wellington foi condenado a seis anos e 17 dias de reclusão, que serão cumpridas com monitoramento. Já Guilherme deve cumprir pena de sete anos, três meses e três dias de reclusão, também com uso de tornozeleira.

Essa sentença levou em consideração que os dois são réus primários. Após o crime, o médico se mudou da cidade, com a família.

Entenda o caso

O crime ocorreu no dia 7 de setembro do ano passado. Os criminosos invadiram a casa, agrediram a moradora e o marido dela, que é médico. Os assaltantes tentaram atirar nele, mas a arma não disparou. A vítima conseguiu pegar um revólver e acertou um dos bandidos com um tiro na cabeça.

O suspeito identificado como Tiago de Morais Neves, ainda caminhou por alguns metros, mas caiu e morreu próximo à casa das vítimas. Guilherme e Wellington, à época, conseguiram fugir, mas foram presos, dias depois, com os pertences do médico e da mulher dele.

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O médico tinha porte e registro da arma, com a qual atingiu o suspeito. Ele não foi preso, pois a Justiça entendeu que ele agiu em legítima defesa.

G1 MT

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Polícia

Policiais militares salvam menina de 7 anos engasgada com moeda

Uma menina de 7 anos foi socorrida por policiais militares após se engasgar com uma moeda, na segunda-feira (14), em Glória D’Oeste, a 304 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, a criança foi levada pela mãe até a base da corporação em estado crítico, quase inconsciente, sem conseguir respirar e apresentando sinais de asfixia.

A ação dos policiais foi registrada por uma câmera de segurança do local, que flagrou o momento em que os militares realizam as manobras de desengasgo até que a menina recuperasse a consciência.

Conforme relato do pai à polícia, o acidente aconteceu enquanto a criança assistia televisão. Após engolir a moeda, ela correu até os pais, que estavam no quintal da residência, demonstrando dificuldade para respirar.

Uma soldado iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas, utilizando a técnica de Heimlich. Um sargento também auxiliou no atendimento, realizando novas tentativas, inicialmente sem sucesso.

Diante da situação, os policiais adotaram outra técnica, inclinando a criança e aplicando compressões nas costas. Com isso, conseguiram retirar parcialmente o objeto, permitindo que a menina voltasse a respirar e recuperasse parte da consciência.

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Como a moeda ainda permanecia alojada na garganta, a criança foi encaminhada à Unidade Básica de Saúde do município. Após avaliação médica, foi constatado que o objeto estava localizado atrás da traqueia.

Diante da gravidade, a menina foi transferida com urgência para o Hospital Regional de Cáceres. Segundo a unidade hospitalar, ela passou por um procedimento de endoscopia digestiva alta, que confirmou e possibilitou a retirada de uma moeda de R$ 1 alojada na garganta

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