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Prefeitura afasta vigia acusado de extorquir mulher com ameaça de divulgar fotos íntimas

Prefeitura de Indiavaí oficializou o afastamento do vigia Gustavo Guerreiro dos Santos, acusado de extorquir uma mulher casada com a ameaça de divulgar imagens íntimas. A medida foi publicada na edição desta quarta-feira (7) do Jornal Oficial dos Municípios, quase quatro meses após a prisão preventiva do servidor.

Gustavo foi preso em setembro de 2025 sob acusação de extorsão. Dois meses depois, tentou obter habeas corpus no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, mas o pedido foi negado em razão da gravidade dos fatos apurados no processo.

Segundo a investigação, o servidor teria criado, ainda em 2017, um perfil falso nas redes sociais para iniciar um relacionamento virtual com a vítima. Após ganhar sua confiança, passou a armazenar imagens íntimas enviadas por ela e, posteriormente, utilizá-las como instrumento de chantagem.

O crime teria se estendido por aproximadamente oito anos. Durante esse período, a vítima foi submetida a ameaças constantes e chegou a contrair empréstimos com agiotas para atender às exigências financeiras do acusado. A estimativa é de que mais de R$ 150 mil tenham sido repassados ao vigia ao longo do tempo.

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A portaria assinada pelo prefeito Sidnei Marques Lopes destaca que o afastamento não configura exoneração, demissão ou punição definitiva, permanecendo válido até o desfecho do processo judicial. O ato estabelece ainda efeitos retroativos a 1º de outubro de 2025.

Gustavo Guerreiro dos Santos ocupa o cargo de vigia e recebe salário de cerca de R$ 2,8 mil. A reportagem tentou consultar informações adicionais no Portal da Transparência do município, mas o sistema estava fora do ar até a publicação desta matéria.

Fonte Olhar Direto

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Quatro em cada dez brasileiras já viajaram sozinhas, aponta pesquisa

Quatro em cada dez brasileiras já realizaram viagens sozinhas, segundo pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo em parceria com a Unesco. O levantamento, que ouviu 2.712 mulheres, indica que cada vez mais brasileiras estão se sentindo seguras e confiantes para viajar desacompanhadas.

Apesar do avanço, o estudo revela que ainda existem desafios importantes. De acordo com a pesquisa “Mulheres que Viajam Sozinhas”, concluída em agosto de 2025, 62% das entrevistadas disseram já ter desistido de viajar sozinhas por motivos de segurança, enquanto 61% afirmaram ter passado por alguma situação que gerou insegurança durante uma viagem.

A preocupação é ainda maior entre mulheres negras e indígenas. Entre as entrevistadas que se identificam como pretas, pardas ou indígenas, 65,35% afirmaram já ter deixado de viajar sozinhas por questões de segurança, o que, segundo os responsáveis pelo estudo, revela camadas adicionais de vulnerabilidade.

Quando questionadas sobre o que poderia tornar as viagens mais seguras, 29,3% das participantes apontaram a necessidade de maior policiamento e instalação de câmeras de segurança. Outras 21% citaram melhorias na estrutura de transporte e hospedagem, enquanto 17% defenderam mais informações voltadas especificamente para mulheres viajantes. Já 16% destacaram a importância de mais mulheres trabalhando no setor de turismo, fator que pode aumentar a sensação de acolhimento e confiança.

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Entre as entrevistadas que já viajaram sozinhas, 31,4% afirmaram fazer esse tipo de viagem com frequência, a cada poucos meses, indicando que a experiência é vista como gratificante e libertadora.

O perfil das viajantes também foi identificado pela pesquisa. Cerca de 35% têm entre 35 e 44 anos, enquanto 22% estão na faixa de 45 a 54 anos. Além disso, 68% não têm filhos, o que pode facilitar a autonomia para viagens.

Entre as principais motivações estão o lazer (73%), o desejo de independência e liberdade (65%) e a busca por autoconhecimento (41%). Outras 38% afirmaram viajar sozinhas por compromissos profissionais.

Em relação às atividades preferidas, 68% das mulheres demonstraram interesse por atividades culturais, como visitas a museus e centros históricos. O ecoturismo aparece em seguida, com 64%, além de experiências de bem-estar (44,9%), participação em eventos e festivais (36,6%) e turismo gastronômico (30,1%).

O levantamento também mostra que 36% das mulheres que viajam sozinhas optam apenas por destinos dentro do Brasil. As regiões mais visitadas são o Sudeste (73%) e o Nordeste (66%), seguidas pelo Sul (50%), Centro-Oeste (37%) e Norte (30%).

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Os dados completos fazem parte do Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas, lançado pelo Ministério do Turismo nesta quinta-feira (5). A publicação reúne informações e orientações para promover um turismo mais seguro, inclusivo e acolhedor para o público feminino.

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