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Trump lança oficialmente ‘Conselho da Paz’ em Davos com críticas à ONU: ‘Eu nunca nem falei com eles’

Presidente dos Estados Unidos convidou lideranças de cerca de 60 países para participar do órgão. Comunidade internacional teme que conselho enfraqueça papel da ONU.

Com críticas à Organização das Nações Unidas (ONU) e um plano para reconstruir a Faixa de Gaza com uma fila de arranha-céus, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente nesta quinta-feira (22) seu “Conselho da Paz”.

Em cerimônia dentro do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, Trump disse que seu conselho terá aval “para fazer tudo o que quisermos” não só em Gaza, e seu governo também apresentou um plano de reconstrução que chamou de “Nova Gaza”.

Cerca de 30 dos 60 líderes mundiais que aceitaram participar do conselho participaram da cerimônia, como o presidente argentino, Javier Milei — o presidente Lula foi convidado para integrar o Conselho da Paz, mas ainda não respondeu ao convite. Nenhum grande aliado ocidental estava no lançamento.

Em discurso na cerimônia, Trump disse ser um “dia muito empolgante” e voltou a criticar a ONU — que críticos dizem que Trump quer substituir com a criação de seu “Conselho da Paz”.

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“Eu nunca nem falei com a ONU. Eles tinham um potencial tremendo”, afirmou Trump. No entanto, ele disse que seu conselho dialogará “com muitos outros, incluindo a ONU”.
Ele disse ainda que o conselho não se dedicará apenas a Gaza, mas começará pelo território palestino, que ele disse que será “desmilitarizado e lindamente reconstruído”.

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Com novo CEO, Disney começa demissões em massa e corta 1000 empregos

A Walt Disney Company, gigante global do entretenimento, começou, nessa terça-feira (14/4), um processo de demissões em massa que deve eliminar cerca de mil postos de trabalho em diversas áreas da empresa.

Este será o primeiro grande corte de empregos desde a posse do novo CEO da Disney, Josh D’Amaro, em março deste ano. Ele assumiu o cargo que foi ocupado por Bob Iger por quase duas décadas.

De acordo com informações publicadas pela agência de notícias Associated Press, as demissões devem afetar, principalmente, os negócios de televisão da Disney, incluindo a ESPN, além dos estúdios de cinema.

Também serão desligados funcionários que atuam nos departamentos de produtos e tecnologia.

O que diz a Disney

Em um comunicado a funcionários, o CEO da companhia explicou a decisão de demitir um grande contingente de profissionais neste momento.

“Nos últimos meses, analisamos maneiras de otimizar nossas operações em várias áreas da empresa para garantir que ofereçamos a criatividade e a inovação de nível mundial que nossos fãs valorizam e esperam da Disney”, afirmou D’Amaro.
“Dado o ritmo acelerado de nossos setores, isso exige que avaliemos constantemente como promover uma força de trabalho mais ágil e tecnologicamente capacitada para atender às necessidades do futuro”, completou o CEO.

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Disney

A última grande rodada de demissões em massa na Disney ocorreu em 2022, sob a gestão de Bob Iger. Na ocasião, a empresa cortou cerca de 8 mil postos de trabalho.

No fim do ano passado, a Disney contava com cerca de 230 mil funcionários.

Josh D’Amaro tem 55 anos e está na Disney há quase 30 anos, desde 1998. Antes de se tornar o novo CEO e desde 2020, ele liderava a Disney Experiences, supervisionando 12 parques e 57 hotéis em todo o mundo.

Formado em administração de empresas pela Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, D’Amaro também já comandou o Disneyland Resort e o Walt Disney World Resort.

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