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Mato Grosso

Racismo, discriminação racial e intolerância são abordados em simpósio

A Convenção Interamericana Contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância, promulgada no Brasil pelo Decreto 10.932 de 10 de janeiro de 2022, foi um dos assuntos abordados nesta quinta-feira (30) durante simpósio promovido pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso. Dividida em três momentos, a palestra do promotor de Justiça do Ministério Público do Paraná, Rafael Moura, abordou a definição da discriminação no direito brasileiro, as atribuições e a missão do Ministério Público e possibilidades de atuação da instituição no enfrentamento da questão.

A segunda palestrante do simpósio, Lilia Schwarcz, antropóloga e professora da Universidade de São Paulo, apresentou um resgate histórico sobre o racismo no Brasil, trazendo vasto material contendo obras literárias, pinturas e fotografias sobre a forma como a temática vem sendo abordada ao longo dos anos. Deixou claro que embora a escravidão mercantil tenha chegado ao fim, a estrutural ainda se mantém.

O coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (CEAF) – Escola Institucional do MPMT, promotor de Justiça Paulo Henrique Amaral Motta, destacou a importância da discussão. “Pensar e debater o direito e as práticas antidiscriminatórias é dar o primeiro passo no combate às intenções homofóbicas, racistas e machistas. É estimular uma cultura democrática de reconhecimento de todos e todas no exercício de suas aptidões pessoais, no exercício de ser, de existir e de desenvolver-se, como bem preferir. O Ministério Público, como verdadeiro guardião dos direitos humanos e dos valores constitucionais, possui a incumbência de atuar no combate a toda e qualquer forma de discriminação”, afirmou.

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Assista ao Simpósio Aqui.

Fonte: MP MT

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Cidades

Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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