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Mato Grosso

Juiz José Arimatéa Neves Costa é o próximo entrevistado do Memórias do Judiciário

Vem aí a 16ª edição do programa Memórias do Poder Judiciário, uma iniciativa da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso que resgata a história daqueles que trabalharam em benefício da Justiça Estadual. O novo entrevistado é o juiz aposentado José Arimatéa Neves Costa. Clique neste link e assista à chamada do programa.
 
Natural de São José do Campestre, no Rio Grande do Norte, o magistrado tem 58 anos. Ainda na infância, mudou-se para Natal e lá permaneceu até passar em seu primeiro concurso para magistratura, em Rondônia, em 1994.
 
Antes do Direito entrar em sua vida, José Arimatéa iniciou outros dois cursos: engenharia química e agronomia, mas acabou encontrando sua vocação na magistratura.
 
Após ser juiz por cinco anos em Rondônia, o magistrado passou no concurso para a magistratura em Mato Grosso no ano de 1990. Desde então, jurisdicionou as comarcas de Juína, Água Boa, Barra do Bugres, Sinop, Rondonópolis e Cuiabá. Ele se aposentou em 2020 e hoje atua como advogado.
 
O bate-papo no qual o magistrado fala sobre sua vida e carreira foi conduzido pelo diretor-geral da Esmagis-MT, desembargador Marcos Machado, e pela jornalista Fernanda Fernandes.
 
O programa Memórias do Poder Judiciário resgata fatos que retratam a história do Poder Judiciário de Mato Grosso por meio dos magistrados que criam, transformam e aperfeiçoam o sistema de Justiça estadual. Neste link você assiste aos programas anteriores.
 
Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência. Descrição: Fotografia retangular e colorida. Na parte superior o logo do Programa Memórias do Poder Judiciário. Na lateral esquerda, a foto do juiz José Arimatéa.
 
Lígia Saito
Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Cidades

Mato Grosso deixa de destruir maquinários apreendidos e passa a destiná-los aos municípios

Mato Grosso deu um passo importante na política ambiental ao adotar uma nova destinação para maquinários apreendidos em fiscalizações. A partir de agora, os equipamentos não serão mais destruídos, mas repassados às prefeituras para utilização em obras e na manutenção de estradas, principalmente nas regiões que atendem a agricultura familiar.

A mudança foi formalizada por meio de um memorando de intenções firmado pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), em parceria com o Governo do Estado, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) e o Ministério Público Estadual.

A iniciativa representa uma mudança de paradigma na gestão dos bens apreendidos, transformando equipamentos que antes eram inutilizados em ferramentas de apoio ao desenvolvimento local. Na prática, os maquinários passam a contribuir diretamente com a infraestrutura dos municípios, fortalecendo o escoamento da produção e o atendimento às comunidades rurais.

Segundo o presidente da AMM, Hemerson Máximo, conhecido como Maninho, a medida é resultado da atuação conjunta da entidade com os municípios e demonstra que é possível alinhar preservação ambiental com desenvolvimento econômico.

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“Estamos transformando o que antes era perdido em benefício direto para a população. Proteger o meio ambiente e defender Mato Grosso caminham juntos”, destacou.

Com a iniciativa, o estado busca dar mais eficiência à política ambiental, ao mesmo tempo em que reforça a estrutura dos municípios e amplia o apoio à agricultura familiar.

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