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Justiça

Representantes dos Sem Terra invadem Palácio Paiaguás e exigem reunião com governador

Um grupo de cerca de 350 camponeses integrantes do Movimento Sem Terra (MST) e da Comissão Pastoral da Terra (CPT-MT) invadiram as dependências do Palácio Paiaguás na tarde desta quinta-feira (31), munidos de bandeiras e cruzes feitas com estacas de madeira. Eles cobram reunião com o governador Mauro Mendes (UNIÃO) para tratar da regularização de uma área no Araguaia. O chefe do Executivo está fora, em viagem a São Paulo.

A segurança do prédio foi reforçada e policiais da Rotam foram acionados. Segundo a assessoria de imprensa do governo, a manifestação será respeitada desde que não haja ato de violência ou vandalismo. A Secretaria de Comunicação disse, ainda, que uma nova data para a reunião com o governador poderá ser marcada.

Segundo o Movimento, entre as reivindicações ao governador Mauro Mendes está a construção de políticas públicas agrárias e de prevenção aos despejos em Mato Grosso. O ofício com pedido de reunião com o governo foi protocolado nesta semana.

Com representantes de todas as regiões do estado, os trabalhadores rurais estão em Cuiabá em virtude da 3ª Semana de Resistência Camponesa. Desde segunda-feira (28) o grupo está acampando na Superintendência Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

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As famílias já ocuparam o pátio da Justiça Federal e da Defensoria Pública do Estado do Mato Grosso (DPE). Todas as ações visam reuniões com as autoridades e a apresentação das pautas dos camponeses.

Érika Oliveira/Olhar Direto

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Justiça

Julgamento sobre “cura gay” sai do virtual e vai ao plenário do STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidiu transferir para o plenário físico o julgamento que discute a legalidade de uma resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe práticas conhecidas como “cura gay” e restringe o uso de fundamentos religiosos na atuação profissional de psicólogos.

A análise, que estava ocorrendo no ambiente virtual, será retomada presencialmente após o pedido de destaque feito por Fachin. O caso envolve duas ações diretas de inconstitucionalidade que tratam de pontos opostos sobre a norma editada em 2023.

De um lado, o partido Novo e o Instituto Brasileiro de Direito e Religião questionam a regra, alegando que ela fere a liberdade de crença e de expressão dos profissionais. Do outro, o PDT defende a validade da resolução, argumentando que a medida não impede manifestações religiosas, mas estabelece limites claros para evitar que convicções pessoais interfiram no atendimento psicológico.

A norma do CFP veda a chamada terapia de conversão sexual e reforça que o exercício da psicologia deve seguir critérios científicos reconhecidos, sem substituição por crenças religiosas. Para os defensores da resolução, a flexibilização poderia abrir espaço para práticas já amplamente criticadas por entidades médicas e científicas.

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Antes da suspensão do julgamento, o relator Alexandre de Moraes votou pela validade da norma. Ele entendeu que a resolução não viola a liberdade religiosa, mas garante a proteção dos pacientes e reafirma o caráter laico do Estado, ao impedir tratamentos sem base científica.

Com a ida ao plenário físico, o julgamento ganha novo peso dentro da Corte e deve reunir todos os ministros em uma discussão que envolve direitos fundamentais, liberdade religiosa e limites da atuação profissional na área da saúde. Ainda não há data definida para a retomada do caso.

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