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Eleições

Max Russi lidera pesquisa para estadual; Lúdio, Beto, Samantha e Léo completam top 5

Max Russi (PSB) lidera numericamente a pesquisa espontânea de intenção de votos para deputado estadual em Mato Grosso. Lúdio Cabral(PT) , Beto Dois a Um (PSB), Samantha do Abílio (PL) e Léo Bortolin (MDB) completam a lista dos cinco nomes mais citados.

O levantamento da Percent Brasil mostra Max com 3,1% das intenções de voto. Lúdio aparece logo atrás, com 3%. A diferença entre os dois é de apenas 0,1 ponto percentual, dentro da margem de erro de 1,85 ponto.

Beto Dois a Um ocupa a terceira posição, com 2,2%. Samantha do Abílio aparece em quarto, com 2,1%, e Léo Bortolin completa o grupo dos cinco primeiros, com 2%.

VEJA OS CINCO PRIMEIROS COLOCADOS

1. Max Russi – 3,1%
2. Lúdio Cabral – 3%
3. Beto Dois a Um – 2,2%
4. Samantha do Abílio – 2,1%
5. Léo Bortolin – 2%

Logo depois aparecem Elizeu Nascimento (Novo) e Paulo Araújo (Republicanos), ambos com 1,9%. Thiago Silva (MDB) tem 1,8%, enquanto Eduardo Botelho (União) registra 1,7%.

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Mais da metade do eleitorado ainda não definiu um nome. Ao todo, 50,9% dos entrevistados não souberam responder ou estavam indecisos. Outros 1,7% declararam voto branco ou nulo.

A consulta foi espontânea, modalidade na qual os entrevistadores não apresentam uma relação de nomes aos participantes.

METODOLOGIA

A pesquisa foi realizada pela Percent Brasil entre os dias 17 e 23 de agosto de 2026, com 2.800 entrevistas em Mato Grosso. A coleta ocorreu por telefone celular e fixo, com questionário estruturado. A margem de erro é de 1,85 ponto percentual, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número MT-03833/2026. (Repórter MT)

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Eleições

Em disputa acirrada, PL briga por terceira vaga na AL; veja nomes

 

O Partido Liberal (PL) chega à disputa pelas vagas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) com chapa completa e a expectativa de ampliar sua representação no Parlamento estadual. A projeção interna é de conquistar até três cadeiras, superando a atual bancada da sigla, formada pelos deputados Gilberto Cattani e Faissal Calil, ambos candidatos à reeleição.

 

O próprio Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) informa que as atas das convenções e as escolhas realizadas pelos partidos são encaminhadas ao sistema CANDex e disponibilizadas publicamente no DivulgaCandContas do TSE, base oficial para consulta das candidaturas das eleições de 2026.

Entre os nomes registrados pelo partido está o advogado Otávio Xerife e Gilberto Cattani, ambos de Nova Mutum, Faissal Calil, Samantha Íris e Alcino Barcelos. A convenção estadual do PL inicialmente homologou 17 candidaturas a deputado estadual, entre elas a de Xerife, e a composição sofreu alterações e acréscimos até o período de registro das candidaturas.

Nos bastidores, Cattani aparece como um dos nomes com potencial para liderar a votação dentro da legenda. A disputa pelas demais posições competitivas tende a envolver principalmente Faissal Calil e a vereadora e primeira-dama de Cuiabá, Samantha Íris, que possuem forte inserção eleitoral na Baixada Cuiabana.

O ex-prefeito Alcino Barcelos também é apontado entre os candidatos capazes de disputar uma das vagas da sigla. Nesse grupo, Otávio Xerife surge como um dos nomes que buscam ampliar a força eleitoral do PL fora da Capital, especialmente no interior de Mato Grosso, tornando-se mais uma variável dentro da disputa interna pela votação da legenda.

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As projeções políticas trabalham com um quociente eleitoral próximo de 75 mil a 76 mil votos por cadeira, embora o número definitivo somente seja conhecido após a apuração dos votos válidos para deputado estadual. Pelas regras do sistema proporcional, não basta analisar isoladamente a votação de cada candidato: o desempenho total do partido também é decisivo para estabelecer quantas cadeiras a legenda poderá ocupar.

O TRE-MT explica que a eleição de deputados ocorre pelo sistema proporcional, no qual a distribuição das vagas considera os votos obtidos pelos partidos e pelos candidatos, com aplicação do quociente eleitoral e partidário. Portanto, os 75 mil votos são uma estimativa política, e não uma quantidade oficial previamente fixada pela Justiça Eleitoral.

A montagem da chapa também passou por alterações importantes. Uma delas foi a saída do ex-deputado Xuxu Dal Molin da disputa pela Assembleia. Ele deixou a candidatura proporcional para integrar, como segundo suplente, a chapa de José Medeiros (PL) ao Senado. A mudança foi registrada pela direção partidária, e os dados eleitorais confirmam Xuxu na segunda suplência de Medeiros.

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A movimentação abriu espaço para novos ajustes na nominata estadual e evidenciou as dificuldades enfrentadas pelo partido para fechar uma chapa competitiva até o prazo final dos registros.

O cenário coloca pressão especialmente sobre os candidatos considerados favoritos. Caso o PL alcance a projeção de três deputados estaduais, a legenda poderá ampliar significativamente sua presença na Assembleia. Entretanto, se conseguir apenas duas cadeiras, a disputa interna ficará ainda mais apertada e poderá deixar fora da próxima legislatura um nome eleitoralmente expressivo.

Nesse contexto, Cattani, Faissal, Samantha, Alcino Barcelos e Otávio Xerife estão entre os nomes que ajudam a tornar a chapa do PL uma das disputas internas que devem ser acompanhadas durante a campanha.

A eleição, contudo, é quem definirá a verdadeira força de cada candidatura. Até lá, qualquer indicação sobre quem estaria em primeiro, segundo ou terceiro lugar dentro da chapa deve ser tratada como projeção política, já que a Justiça Eleitoral não realiza ranking, pesquisa ou previsão oficial de votação dos candidatos.

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