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Educação

Sorriso: Alunos do IFMT estendem faixa contra greve de servidores; “Engole o choro e faz o L”

Servidores do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) iniciaram na última terça-feira (09.04) greve por tempo indeterminado. Segundo um levantamento, 18 unidades da instituição pelo estado, incluindo Sorriso, aderiram ao movimento feito pelo Sindicato Nacional dos Servidores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe). A única que não irá parar as atividades é a sede de Juína.

Mas os alunos do Campus Sorriso, aparentemente não concordaram com o período “parados” e estenderam uma faixa “Nós, alunos de IFMT Campus Sorriso somos contra a greve. Engole o choro e faz o L”.

Conforme a nota divulgada pela seção sindical de Mato Grosso, a greve começou na última terça-feira (09.04) em Alta Floresta, Sinop, Sorriso, Diamantino, Guarantã do Norte, Várzea Grande, Barra do Garças, Confresa, Bela Vista, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Rondonópolis, Tangará da Serra e na reitoria em Cuiabá. A partir do dia 15, se juntam à greve os servidores do IFMT de Lucas do Rio Verde. No dia 22, paralisam as atividades os trabalhadores de Campo Novo do Parecis.

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Além de uma recomposição salarial que varia de 22,71% a 34,32%, dependendo da categoria, os servidores pedem também reestruturação das carreiras da área técnico-administrativa e de docentes, a revogação de “todas as normas que prejudicam a educação federal aprovadas nos governos Temer e Bolsonaro”, bem como a recomposição do orçamento e o reajuste imediato dos auxílios e bolsas dos estudantes.

Em nota, o reitor do IFMT, Júlio César dos Santos, manifestou apoio ao movimento. “Valorizamos as pautas defendidas pelas categorias dos Técnico-Administrativos em Educação (PCCTAE) e dos Professores de Educação Básica, Técnica e Tecnológica (EBTT), que refletem a necessidade de uma reestruturação justa das carreiras. Reconhecemos que o investimento na educação pública, gratuita e de qualidade socialmente referenciada, praticada nos Institutos Federais, passa pela valorização dos servidores envolvidos neste processo”, diz.

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Educação

Articulação política de Rosa Neide foi decisiva para possível chegada da UFMT a Diamantino

A autorização do Ministério da Educação (MEC) para a criação de um campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Diamantino representa um marco histórico para o município — e também o resultado de uma articulação política construída ao longo dos anos, com destaque para a atuação da ex-deputada federal Rosa Neide.

Reconhecida por sua defesa da educação pública, Rosa Neide foi uma das principais responsáveis por abrir caminhos em Brasília para a interiorização do ensino superior em Mato Grosso. Durante seu mandato, a ex-parlamentar atuou diretamente junto ao MEC e à UFMT para viabilizar projetos de expansão universitária no estado, incluindo a proposta que agora começa a se concretizar em Diamantino.

A confirmação mais recente desse avanço ocorreu na quarta-feira (18), quando o prefeito Chico Mendes esteve em Brasília acompanhado da reitora da UFMT, Marluce Souza e Silva, em reunião com o ministro da Educação, Camilo Santana. Na ocasião, o MEC autorizou oficialmente o início do processo de implantação do campus no município.

Embora a autorização represente um passo fundamental, a criação da unidade ainda seguirá etapas técnicas e institucionais. A UFMT realizará um estudo detalhado para identificar a demanda regional e definir quais cursos poderão ser ofertados, levando em consideração as necessidades da população, a vocação econômica local e a viabilidade acadêmica.

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Após essa fase, o projeto será submetido aos órgãos colegiados da universidade, responsáveis pela análise e aprovação final, conforme os trâmites internos.

Para o prefeito Chico Mendes, a conquista tem impacto direto no desenvolvimento da cidade. “Este é um momento histórico para Diamantino. A implantação de um campus da UFMT representa mais oportunidades para a nossa população, especialmente para os nossos jovens, que poderão acessar o ensino superior público sem precisar sair do município”, afirmou.

A reitora Marluce Souza e Silva destacou que a expansão será conduzida com responsabilidade. Segundo ela, a universidade busca ampliar o acesso ao ensino superior sem comprometer a estrutura já existente. “A UFMT tem compromisso com a expansão do ensino superior público em Mato Grosso, especialmente em municípios estratégicos como Diamantino. No entanto, essa expansão precisa ocorrer com responsabilidade, assegurando recursos de servidores e de custeio”, explicou.

Apesar de ainda não haver definição sobre os cursos, a expectativa é que a futura unidade atenda demandas estratégicas da região.

Legado político e educacional

A consolidação do campus em Diamantino reforça o legado de Rosa Neide na defesa da educação pública e na interiorização do ensino superior. Sua atuação foi fundamental para colocar o município no radar das políticas educacionais federais, demonstrando como a articulação política pode transformar demandas locais em políticas públicas concretas.

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Com a autorização do MEC, o projeto avança para uma nova fase — e Diamantino se aproxima de um futuro em que o acesso à universidade pública estará mais próximo da realidade de seus jovens.

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