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VLT terá que ser “anfíbio” para passar por viaduto da UFMT, ironiza secretário

ufmt viaduto

O viaduto Clóvis Roberto, na Avenida Fernando Corrêa da Costa, em Cuiabá, foi alvo de críticas do governo do estado nesta segunda-feira (9), durante apresentação de balanço a respeito das obras inacabadas da Copa do Mundo de 2014. O elevado, conhecido como viaduto da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) em função de sua localização, tem alagamentos constantes durante o período de chuvas. O problema de acúmulo de água da chuva na região é antigo, mas parece ter piorado depois que a obra foi erguida.

O viaduto começou a ser feito em outubro de 2012 e foi inaugurado em dezembro de 2013, como parte do pacote de implantação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). Sobre ele deverão passar os trilhos do modal de transporte. “Dizer que a drenagem do viaduto da UFMT impacta a sociedade como um todo é chover no molhado, com o perdão do trocadilho”, declarou o secretário do Gabinete de Projetos Estratégicos, Gustavo Oliveira. “Se esse trem [o VLT] não for anfíbio, isso gera um problema para a execução da obra”, ironizou.

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O pacote do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) foi contratado por R$ 1,4 bilhão, e é a obra mais cara de mobilidade urbana já implantada na Grande Cuiabá.

Para Oliveira, o projeto do viaduto deveria contemplar uma solução para os alagamentos na região. “Não estou dizendo que o problema da drenagem é exclusivo do viaduto da UFMT, mas com certeza é uma oportunidade de resolver um alagamento que historicamente vem ocorrendo na região. Um bom projeto compreenderia isso”, declarou.

Outro aspecto da obra criticado por Oliveira foi a largura das duas ruas que ficam nas laterais do viaduto. Pelo projeto, essas vias deveriam ter 6 metros de largura – o suficiente para a circulação de dois carros lado a lado. Mas, na prática, cabe apenas um veículo.

O viaduto tem 428 metros de extensão e apresentou problemas ainda na fase de execução – foram encontradas falhas no acabamento de um dos pilares colocados para o assentamento das vigas pré-moldadas que suportam a pista.

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Plano de drenagem
Em meados de janeiro, o próprio governo anunciou que seria feito um projeto de drenagem para a Av. Fernando Corrêa, em parceria com o Consórcio VLT Cuiabá, responsável pelo VLT. Conforme a previsão do governo, esse plano deverá ser entregue ainda em fevereiro.

Trajetos do VLT
O trajeto do VLT será dividido nos eixos Aeroporto-CPA e Coxipó-Centro, e os trilhos serão implantados nos canteiros centrais das avenidas da FEB, 15 de Novembro, Prainha, Historiador Rubens de Mendonça, Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa.

No trajeto de 15 km de extensão (Aeroporto-CPA) haverá dois terminais de integração e 22 estações. No percurso, serão ainda construídos o viaduto do aeroporto, trincheiras Km Zero, Cristo Rei, Trigo Loureiro e Luiz Fellipe, ponte sobre o rio Cuiabá e viaduto Sefaz.

Nos 7,2 km do eixo Coxipó-Centro, haverá um terminal de integração, 11 estações de transbordo, os viadutos Trevo MT-040, Beira Rio, Trevo UFMT, e duas pontes sobre o rio Coxipó.

G1 MT

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“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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