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Trabalhadores rurais buscam qualificação para atuarem em lavouras de MT

Com a tecnologia na agricultura, o perfil do trabalhador rural muda drasticamente. Ele deixa de ser apenas um operador de máquinas e se torna um responsável pelo monitoramento de uma nova tecnologia. Isso exige dele novas qualificações e o cenário da mão de obra no campo ainda tem muito o que evoluir.

A necessidade de um nível maior de qualificação profissional nas propriedades não se limita à linha de plantio. As tecnologias geram informações para a tomada de decisões. Diante disso, é necessário encontrar trabalhadores qualificados capazes de interpretar um grande volume de dados — afinal, a coleta e a análise desses registros é o motor do agronegócio digital. No entanto, agrônomos com essa expertise ainda são poucos no mercado.

A substituição da mão de obra humana por máquinas nas lavouras de Mato Grosso traz um lado positivo para a economia, que é a qualificação dos profissionais que atuam na área. A constatação é feita por Otávio Celidonio, do projeto AgriHub.

A tarefa de entrecruzar todas informações manualmente explica, aliás, por que boa parte da produção agrícola se perdia ao longo do ano, bem como por que muitos animais confinados não produziam o que se imaginava.

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Os trabalhadores atuam na lavoura no maquinário fechado, com ar-condicionado, e nem precisam dirigir as máquinas. “Eles têm que ficar apenas monitorando as telas para observar se tem algum alerta para parada e fazer alguma correção”, destacou.

“Isso faz com que o número de pessoas empregadas nesse tipo de atividade tenha se diversificado. O lado interessante disso e desafiador é que a gente passa a demandar mão de obra cada vez mais qualificada”, diz.

Segundo ele, a partir do momento que se tem máquinas, softwares com maior capacidade, a demanda por pessoas vem caindo.

No setor do algodão, por exemplo, Celidonio destaca uma redução bem significativa no número de trabalhadores devido à invenção de uma nova máquina, que agora colhe e já entrega o algodão prensado.

“Obviamente que os softwares estão também trazendo uma economia de mão de obra. A diminuição de mão de obra em Mato Grosso ainda é pouco sentida porque existe um crescimento do agronegócio como um todo. A medida que você intensifica a pecuária, aumenta as áreas de lavoura, pode até estar sendo mais eficiente por área produzida, porém em um aspecto global essa área tem crescido”, diz ele.

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G1

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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