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Sete obras da Copa de 2014 ainda não foram concluídas em MT

Sete obras previstas para a Copa do Mundo de 2014 ainda não foram concluídas, em Cuiabá. Três delas foram retomadas neste ano pelo atual governo e a continuidade das outras quatro ainda está pendente. Ao todo, estavam previstas 56 obras para o Mundial, sendo que a maioria de mobilidade urbana.

As obras da Copa iniciaram no governo de Silval Barbosa. Ao final da gestão dele, restavam inacabadas 20 obras. O governo seguinte, de Pedro Taques (PSDB), finalizou 11 destas obras, entre elas a trincheira do Verdão, o viaduto do Tijucal, a trincheira Santa Rosa, em Cuiabá, e a revitalização do Complexo da Salgadeira, entre a capital e Chapada dos Guimarães.

Neste ano, de acordo com a Secretaria Estadual de Infraestrutura (Sinfra), foram retomadas as obras do Centro de Treinamento da UFMT, a duplicação da Avenida Parque do Barbado e a restauração do Córrego Mané Pinto.

Estão pendentes de negociações, algumas com o intermédio da Justiça, as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), do Centro Oficial de Treinamento do Pari, a duplicação da Estrada do Moinho e a conclusão da Arena Pantanal – estádio que sediou quatro jogos da Copa. O aeroporto teve o contrato rescindido e passou para concessão privada.

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O governo já afirmou que a obra do Centro de Treinamento do Pari, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, não deve ser concluída. De acordo com o governador Mauro Mendes (DEM), COT não tem viabilidade e utilidade, já que, segundo ele, Cuiabá já dispõe de outros complexos esportivos e terá mais o COT da UFMT.

Uma das principais obras da Copa é o VLT, cuja obra está parada desde 2014. O valor inicial do VLT era de R$ 1,477 bilhão. Já foram aplicados na obra R$ 1,066 bilhão. Apenas 6 km dos 22 km dos trilhos do VLT foram concluídos.

Enquanto isso, os 42 vagões vão se deteriorando no Centro de Controle Operacional e Manutenção, que fica próximo ao Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, na região metropolitana. Eles foram comprados quando mal tinha iniciado a obra.

G1

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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