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Servidores rejeitam nova proposta do governo de MT de pagar 6% de RGA

SERVIDORES

Os servidores públicos estaduais rejeitaram a nova proposta feita pelo governo do estado, nesta quinta-feira (2), de pagar 6% dos 11,28% da recomposição salarial da inflação de 2015.

Durante a reunião entre o Fórum Sindical, que representa 32 categorias, e o Poder Executivo estadual, o governo propôs pagar 2% em setembro, 2% em janeiro de 2017 e os outros 2% em março, mas os servidores alegam que não irão abrir mão do pagamento do reajuste integral, ainda que parcelado, durante este ano.

Os servidores entraram em greve na última terça-feira (31). Nesta quinta-feira, eles chegaram a bloquear duas rodovias federais no estado por quatro horas, causando congestionamentos de até 10 km. A paralisação afeta, entre outros, setores essenciais como Educação, Saúde e Segurança, sendo que esses dois últimos estão mantendo os trabalhos em situações emergenciais

Com a rejeição da nova proposta do governo, a greve dos servidores continua por tempo indeterminado, segundo o Fórum Sindical, e há possibilidade de que novos atos na capital, bem como bloqueios de rodovias, sejam feitos nos próximos dias.

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O estado, por sua vez, afirmou que essa foi a última tentativa de acordo com as categorias e que estuda, a partir da próxima semana, pedir na Justiça pela ilegalidade da greve e o corte de ponto dos servidores que não voltarem aos postos de trabalho.

Pagamento do RGA
O movimento grevista ganhou força nas duas últimas semanas, mas protestos vêm sendo realizados pelo funcionalismo público do estado desde que o governo anunciou oficialmente, no dia 6 de maio, que não iria pagar a reposição da inflação.

O governo afirma que a proposta feita aos servidores considera o atual cenário da economia nacional e alega que a União deve ao estado parcelas finais referentes ao FEX de 2015 e que ainda não recebeu nenhuma parcela de 2016.

Conforme o Poder Executivo estadual, o pagamento da RGA poderia atrasar os próximos salários dos servidores – a recomposição teria impacto de R$ 628 milhões na folha salarial de 2016.

G1 MT

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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