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Quase 400 denúncias de erros médicos são registradas no CRM-MT

crm mtO Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) recebeu neste ano 163 denúncias de supostas falhas cometidas por médicos no estado, somando com as do ano passado foram 385 denúncias nos últimos dois anos.

A maioria das investigações comprova que houve falha no atendimento e, não um erro pontual, como alega o Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed). A punição mais grave é a cassação do direito de exercer a profissão. O processo demora em média quatro anos para ser julgado.

De acordo com o CRM-MT, as denúncias envolvem mortes e causam danos à população. Se o erro for confirmado, além da perda do registro profissional, o médico ainda pode responder processos na justiça, tanto criminal como cível.

No entanto, de acordo com o advogado da Associação de Vítimas de Erros Médicos, Fábio Capilé, muitas pessoas não denunciam por receio de questionar os procedimentos médicos. “Os casos de erros médicos que chegam a ser registrados e entram nos dados estatísticos são infinitamente menores”, afirmou Fábio.

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A dona de casa Márcia Martins procurou o conselho da categoria para denunciar suposta negligência médica durante o atendimento médico prestado ao filho dela, de 9 anos, que morreu há três anos. Herick tinha torcido o pé e foi atendido nas policlínicas dos bairros Pedra 90 e Coxipó e, depois foi encaminhado ao Pronto Socorro da capital.

O primeiro atendimento ele recebeu na policlínica e, segundo a mãe, a pediatra da policlínica disse que ele não teria torcido o pé e, por isso, não tinha necessidade de engessar a perna do menino. Lá, a médica o encaminhou para o Pronto-Socorro de Cuiabá, onde a perna foi engessada.

Segundo Márcia, o filho não suportava mais as dores e o levou outras oito vezes em quatro dias à policlínica do bairro Pedra 90 e ao Pronto-Socorro da capital, até que na última vez o menino foi atendido por uma médica que percebeu a gravidade e o encaminhou a criança para a Unidade de Terapia intensiva (UTI), onde contraiu uma infecção, não resistiu e faleceu. A mãe levou o caso à Justiça e o processo está na fase inicial, onde são colhidas as provas, sem data prevista para o julgamento.

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“Quando peguei meu filho, ele estava molinho e a médica falou, mãe tudo indica que a morte do seu filho foi causado pela perna. Quando nós olhamos a perna do meu filho, ela estava podre, toda escura e cheia de hematomas”, contou Márcia.

G1 MT

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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