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Professores põem fim à maior greve da história da UFMT após 139 dias

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Os professores da Universidade Federal de Mato Grosso ( UFMT) decidiram em assembleia realizada nesta quarta-feira (14) encerrar a greve da categoria, que durou 139 dias e que já é a maior paralisação da história da instituição. Dos professores presentes à assembleia, 70 foram favoráveis à retomada das atividades paradas desde maio e seis foram contra o fim da greve. Segundo a Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat), as atividades dos professores deverão ser retomadas na próxima sexta-feira (16).

Durante a greve, cerca de 20 mil alunos e 1.740 docentes ficaram sem atividades nos campi da UFMT em Sinop, Barra do Garças,Cuiabá e Rondonópolis.

Agora, a Adufmat informou que o calendário acadêmico deverá ser reformulado em função do período em que os professores ficaram parados e deverá ser divulgado em breve. Após essa reformulação, também serão divulgadas as datas de ingresso de novos alunos à instituição.

Entre as reivindicações que motivaram a greve dos docentes estava o reajuste de 27% no salário e a reestruturação de carreiras. Os professores rejeitaram a última proposta feita pelo governo federal de aumento salarial na ordem de 10,8% dividos em dois anos, o que, segundo a Adufmt, significaria um retrocesso para a categoria, uma vez que o acordo prevendo tal aumento se limitaria à discussão salarial.

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Ainda segundo a Adufmat, de qualquer modo a greve proporcionou um avanço político aos professores, que estiveram unidos para refletir sobre a situação da categoria durante a paralisação. No entanto, de acordo com a Adufmat,  mesmo com o fim da greve, o diálogo com a reitoria e as reivindicações locais devem ser mantidas, já que ainda existem reivindicações locais que devem ser tratadas diretamente com a administração superior da UFMT.

E, embora a assembleia desta quarta-feira tenha decidido pelo fim da greve, os professores também aprovaram a criação de um comando de mobilização docente, que deve continuar trabalhando pelas reivindicações da categoria.

A assessoria de imprensa da UFMT informou que a reitora Maria Lúcia Cavalli Neder se mantém aberta ao diálogo. A universidade, de acordo com a assessoria, respeita os direitos dos trabalhadores.

G1 MT

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“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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