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Primeiro crematório de MT deve ser inaugurado no final deste ano

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Após quase uma década de litígio e espera por questões burocráticas, o primeiro crematório de Mato Grosso deve ser inaugurado no final deste ano. As instalações ficarão em um complexo construído no Cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá, na capital, e dará aos mato-grossenses mais uma opção em relação ao cuidado com os corpos dos falecidos. Os envolvidos com o projeto garantem que o processo tem baixo impacto ambiental, principalmente em relação ao enterro comum.

A Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) concedeu a licença para a instalação do crematório depois oito anos de tentativa. O projeto inicial foi elaborado por um arquiteto do Rio Grande do Sul e depois foi submetido à Sema, que exigiu diversos documentos para comprovar que a construção não afetaria o meio ambiente.

Segundo o gerente do cemitério Parque Bom Jesus de Cuiabá, Sílvio Muller, a obra está com o andamento normalizado e se encontra na fase de instalação de toda a parte elétrica e da acústica. Alguns atrasos em relação ao cronograma fizeram com que a previsão de entrega do crematório fosse adiada.

“Nós pretendíamos realizar a entrega do crematório no dia 2 de novembro, Dia de Finados, mas por causa de algumas casualidades tivemos que adiar um pouco. Trabalhamos com a previsão de que o local estará pronto entre o final de dezembro ou, mais tardar, no início de 2017”, explicou Sílvio.

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O gerente comentou que esse é um projeto antigo e que desde a inauguração do cemitério se debate a instalação de um crematório em Cuiabá. Ele explicou também que a construção de um local que realize esse serviço é bastante complexa e que os diversos estudos e levantamentos, principalmente na área ambiental, foram realizados para dar garantias à população.

“Fizemos levantamentos do impacto que o crematório causaria aos bairros vizinhos, à vegetação e até em relação aos insetos da região. A resposta que nós tivemos é que o processo é um dos limpos e higiênicos que existem. Comparando com o enterro comum, por exemplo, é 100% mais limpo”, argumentou.

De acordo com a empresa responsável pelo gerenciamento do crematório, a licença para instalação do local foi dada pela Sema no dia 15 de outubro de 2014. Somente depois disso que o projeto começou a ser repensado. O empreendimento explicou que falta uma última licença, de operação, que só deve ser liberada quando a estrutura estiver pronta.

Sobre o possível preço do serviço de cremação, o gerente da empresa argumentou que os custos da operação variam de acordo com o preço do gás. Nos dias de hoje, a previsão da empresa é que os custos ficariam entre R$ 3,2 mil e R$ 3,8 mil. Essa variação ainda depende do tipo de exigência dos familiares em relação ao ritual da cremação, que terá opções mais simples e outras de luxo.

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Crematórios
De acordo com o Cadastro Nacional de Cremação, uma associação não oficial que tenta desmistificar e difundir o processo de cremação no país, o Brasil conta com 33 crematórios, em todas as regiões. O Centro Ooeste conta com dois cemitérios que realizam o serviço, sendo que ambos ficam em Goiás.

Segundo a organização, o processo vem crescendo no Brasil por causa de fatores como a consciência ambiental, já que, de acordo com eles, o processo evita a poluição dos lençóis freáticos e não tem risco de contaminação, e ainda por causa do barateamento dos serviços, devido a multiplicação dos locais que realizam a cremação.

G1 MT

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Cidades

Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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