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Prefeituras demitem professores durante a suspensão das aulas em MT e profissionais dizem que não sabem como vão pagar as contas

Algumas prefeituras em Mato Grosso estão demitindo professores durante a suspensão das aulas da rede pública, como forma de prevenção à Covid-19. Os profissionais da rede pública de ensino reclamam de cortes de salário e demissões e alegam que não terão como pagar as contas.

No município de Jaciara, os professores estão em casa e sem salário. A prefeitura não prorrogou o processo seletivo e já existe um novo processo em andamento.

Em Santo Antônio de Leverger, mais de 50 profissionais da educação tiveram o contrato de trabalho suspenso pela prefeitura por causa da pandemia do novo coronavírus.

“Eu moro sozinha, com dois filhos, um de 9 anos e outro de 5. Eu sou responsável pela criação dos dois. E estou me virando como posso. Sem salário, com ajuda dos meus pais”, disse a professora Jociane Fátima de Souza, que ainda não recebeu o salário do mês de março.

Os funcionários acreditam que não deveriam ter cortes e demissões, já que o valor é proveniente do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), do Ministério da Educação. Os servidores afirmam que a prefeitura do município confirmou que os funcionários demitidos serão recontratados após o primeiro semestre.

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A prefeitura de Santo Antônio de Leverger disse que as medidas estão sendo tomadas por causa da pandemia do vírus no município e teme uma crise econômica.

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE) fez um estudo a partir de uma de uma consulta da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para orientar as prefeituras a manter o contrato de trabalho com os professores a fim de preservar a renda e a dignidade durante a suspensão de aulas causada pela pandemia do novo coronavírus no estado.

O auditor do público externo do TCE, Natel da Silva, disse que o gestor é quem vai avaliar as áreas que devem ser priorizadas.

G1

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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