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Para socorrer alguns profissionais neste período difícil, alguns secretários e prefeito abrem mão dos salários durante dois meses

O prefeito Diamantino, Eduardo Capistrano (PDT), anunciou na tarde de ontem que renunciará o próprio salário durante 60 dias para prorrogar o contrato de 130 profissionais da Educação cujo vencimento ocorre nesta quarta-feira (08 de abril). Os servidores ingressaram ao cargo através de processo seletivo e assinaram contrato pelo prazo de um ano, podendo ser prorrogado por mais um ano. Neste caso, caberia ao chefe do Poder Executivo a livre escolha de prorrogar ou não o prazo da obrigação contratual.

O valor da economia será de R$ 136 mil no período, valor correspondente a aproximadamente um mês da folha gasta com os profissionais que serão mantidos nos cargos. Outra forma de mantê-los nos cargos e assegurar por mais um tempo o contrato foi a redução de 50% dos salários pagos a eles.

A medida vale durante os próximos 60 dias e foi comunicada aos profissionais durante reunião realizada ontem (06 de abril), no auditório da Secretaria Municipal de Educação.
“Ninguém estava esperando um tragédia tão grande como a epidemia do Coronavírus. Além de garantir que estas pessoas mantêm uma renda fixa, mesmo com as aulas suspensas, também proporcionamos a chance de eles permanecerem aptos para continuarem nos cargos, uma vez que, quando tudo voltar ao normal, poderão ter as vagas do processo seletivo garantidas com a prorrogação do prazo”, frisou Capistrano.

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Também abriram mão dos seus salários, pelos próximos dois meses, o vice-prefeito, Claudimar Barbacovi (PSDB) os secretários municipais Claudinei Espinola (PATO), Sandro Ferreira, Ederbaldo Alves Teixeira (Badu) e Wilma Mamprini Capistrano de Oliveira.

A grande maioria dos profissionais, ciente do prazo final do contrato e que ainda estão em casa mesmo contra a vontade, em razão da epidemia coronavírus, saiu satisfeita com a decisão. “Muito bonita a atitude do prefeito. Foi firme e sensato na decisão”, declarou a professora Cleir dos Anjos.

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“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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