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MT registra mais de 6 mil focos de calor no 1º mês de período proibitivo

queimadas1Nos primeiros 32 dias de período proibitivo de queimadas em áreas rurais de Mato Grosso, já foram registrados 6.125 focos de calor, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De acordo com o levantamento, o número de focos é 101% maior que os casos registrados no mesmo período do ano passado, quando o estado teve 3.430 focos de calor. O período proibitivo teve início em julho e segue até 15 de setembro.

O município de Gaúcha do Norte, a 595 km de Cuiabá, aparece em primeiro lugar na lista com o maior número de focos de calor. No total, foram registrados 452 focos, o que representa 7,3% do total de registros no estado. Em seguida, aparecem as cidades de Nova Nazaré (370 focos), Colniza (285), Campinápolis (284), Ribeirão Cascalheira (284) e São Felix do Araguaia (244).

No fim do ranking com apenas um foco de calor, aparecem os municípios de Nova Olímpia, Santa Cruz do Xingu, Dom Aquino e Serra Nova Dourada.

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De acordo com o Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), propriedades privadas são responsáveis por cerca de 60% dos casos registrados. Já as terras indígenas e os assentamentos rurais, têm 26% e 5,24% dos focos de calor, respectivamente.

O alto número de focos de calor nos municípios prejudica a qualidade do ar. Segundo o Laboratório de Ensaios da Secretaria de Estadual de Meio Ambienta (Sema-MT), entre 15 de julho e 15 de agosto, 11 cidades apresentaram qualidade do ar inadequada.

De acordo com o órgão, o limite tolerável pelo ser humano de material oriundo das fumaças de queimadas que circula no ar é de 25 microgramas por metro cúbico de ar. Em Colíder, Sorriso e Vila Rica, o valor chegou a 43 microgramas.

Período proibitivo
O período proibitivo de uso de fogo para limpeza e manejo de áreas rurais vai até o dia 15 de setembro. As multas para quem desrespeitar a norma podem chegar a R$ 7,5 mil por hectare, dependendo da área.

Os proprietários que forem pegos queimando áreas fora de reserva legal podem ser multados em até R$ 1,5 mil por hectare queimado, enquanto as queimadas dentro das reservas legais podem gerar multa de até R$ 7,5 mil por hectare. O estado atualmente lidera o ranking nacional de queimadas, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

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G1

 

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Cidades

“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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