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Juiz nega suspensão de atividades em fazenda de Ministro do STF

O juiz da 1ª Vara Cível de Diamantino, André Luciano Costa Gahyva, negou um pedido do Ministério Público para suspender as atividades numa fazenda de familiares do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.De acordo com a denúncia do MPE, as atividades na propriedade que fica em uma área considerada Amazônia Legal, ocasionaram danos ambientais calculados em R$ 265 mil.

Na ação, o MPE requereu, além da suspensão das atividades, o pagamento de multa no valor correspondente ao dano ambiental, o estabelecimento do prazo de 90 dias para retirada de licença ambiental para exploração do local, projeto de recuperação de área desmatada na reserva legal e na área de preservação permanente. Ainda segunda da denúncia, a fazenda Estreito do Rio Claro foi comprada em 2001 pelo ministro e demais familiares está com licenciamento regular na Secretaria de Meio Ambiente (Sema).

O MPE alegou ainda que, além da falta de autorização para exploração da área, a fazenda está arrendada, registrando grandes áreas de desmatamento. Ao analisar os autos, o juiz entendeu que não haviam elementos suficientes que provassem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.

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Dessa forma a concessão da liminar ficou prejudicada. “No caso em espécie, entendo não estarem presentes, por ora, os requisitos da verossimilhança das alegações nem da prova suficiente do receio de dano irreparável ou de difícil reparação”, argumentou o magistrado.

Segundo o juiz, as pontuações feitas pelo MPE deixaram dúvidas sobre a existência, ou não, de atividade lesiva ao meio ambiente, não restando claro se a conduta praticada causou ou poderá causar dano irreparável ou de difícil reparação ao meio ambiente. Assim, ele destacou a necessidade de produção de prova pericial para saber se houve ou não o alegado dano ambiental.

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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