Destaque
Irregularidades no prédio da PF continuam e nem licitação foi lançada

As irregularidades no prédio da Superintendência da Polícia Federal, em Cuiabá denunciadas no ano passado permanecem inalteradas. De lá para cá nada foi feito para promover melhorias estruturais e garantir a segurança dos agentes e da população que utiliza os serviços da instituição. Presidente do Sindicato dos Policiais Federais de Mato Grosso (Sinpef-MT), Erlon José Brandão de Souza, voltou a denunciar o descaso com a categoria e os problemas de falta de manutenção e falta de reconhecimento dos profissionais como nível superior.
“Nós fizemos as denúncias em setembro e até hoje nada foi feito. Nem a licitação ainda foi feita para executar essa obra, então quer dizer se fizesse a licitação hoje, até que ela começe a ser executada a mais 2 meses no mínimo. Quer dizer, pode pegar fogo e o pessoal que está lá trabalhando?”, questiona.
Na sede do órgao existe risco de curto-circuito e o local não conta com saídas de emergência do lado externo. O prédio possui 8 andares, onde trabalham delegados, agentes, papiloscopistas, escrivães e demais funcionários que atuam no setor administrativo. A reforma é aguardada desde 2013, mas sem previsão de início das obras.
No ano passado, o sindicato da categoria denunciou que os problemas eram inúmeros, envolvendo a queda de operações realizadas ao longo dos anos, viaturas que estavam paradas por falta de manutenção e servidores desmotivados com o sucateamento. De acordo com Erlon Souza, os problemas continuam.
A falta de efetivo para atuar na sede da Polícia Federal, em Cuiabá e nas 4 delegacias, localizadas em Barra do Garças, Cáceres, Rondonópolis e Sinop, continua, segundo ele. As delegacias seguem funcionando com falta de efetivo e sem condições de desempenhar as funções. Atualmente, explica ele, são apenas 320 agentes. “Nosso efetivo é ridículo”, resume o policial explicando que sempre precisam de forças-tarefas de outros estados. “Vai cobrir um santo e descobrir outro”, diz.
Ao comentar sobre a demanda durante a Copa do Mundo que começa em junho, ele diz que a Polícia Federal vai tirar tudo das outras delegacias para trazer agentes para Cuiabá. “Quer dizer, os outros municípios ficarão desguarnecidos. Se tirar de Cáceres que só tem 45 homens para cobrir uma fronteira de 900 Km o que vai sobrar?”, questiona.
Manifestações
A manifestação dos policiais federais começou dia 7 de fevereiro com um “algemaço” na porta da Superintendência da PF. Nesta terça-feira (11) paralisaram as atividades o dia inteiro seguindo o calendário nacional. Ainda neste mês já estão marcadas mais duas manifestações nos dias 25 e 26. Em março, vão paralisar novamente nos dias 11, 12 e 13. Depois disso, vão realizar outra assembleia-geral para planejar novas ações a serem realizadas em abril e maio. Por enquanto o governo federal não sinalizou qualquer negociação com a categoria, visto que as cobranças ocorrem em todos os estados.
GD
Cidades
“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).
O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.
A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).
ONDE FICA?
O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.
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