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Funcionários dos Correios paralisam serviços para cobrar contratações

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Os trabalhadores dos Correios, que atuam na região metropolitana de Cuiabá, paralisaram as atividades nesta quarta-feira (27) para cobrar a contratação de mais funcionários. O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios informou que falta mão de obra e citou, como exemplo, os centros de distribuição do CPA e do Coxipó, que têm 25 profissionais em falta.

Em Mato Grosso, são 1600 funcionários nos Correios. Para atender a demanda, seriam necessários pelo menos mais 630. Para o sindicato, além da contratação, é necessário melhorar as condições de trabalho.

Nesta quarta-feira, os funcionários devem fazer uma assembleia para decidir se entram em greve. A assessoria de comunicação dos Correios informou que não existe defasagem de efetivo, nem de carteiros, nem de atendentes ou de operadores de triagem. Disse que ainda não há previsão para a realização de concurso público.

Segundo o sindicato da categoria, faltam 400 carteiros para atender a demanda e tem mais de 30 mil encomendas atrasadas. Essa informação, entretanto, é contestada pelos Correios, que negam haver atrasos.

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Ainda de acordo com o sindicato, esse não é um problema só da região metropolitana de Cuiabá, mas de todo o estado. Para atender a demanda, seriam necessários pelo menos mais 630. Esse déficit também é negado pelos Correios.

Em nota, os Correios informaram que está prevista a abertura de 70 vagas para expansão da distribuição, “ou seja, para mão de obra que irá atender bairros novos e que sejam devidamente regularizados e atendam a legislação postal, que tenham ruas identificadas, numeração sequencial e única, sendo par de um lado e ímpar do outro, residências com local apropriado para depósito dos objetos postais e devidamente identificadas com respectivo número para a entrega domiciliar”.

Sobre as condições de trabalho, a empresa informou, por meio de assessoria, todas as agências e demais unidades dos Correios em Mato Grosso são climatizadas, porém, é inevitável que ocorram problemas técnicos. As manutenções são realizadas de forma a restabelecer o funcionamento dos equipamentos e a substituição obedece pauta de compra alinhada à obsolescência dos equipamentos.

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“Anualmente é realizado planejamento para aquisições de novos aparelhos, prevendo futuras substituições, de acordo com a vida útil de cada um deles. Quanto aos aparelhos em uso, as manutenções, quando necessárias, são viabilizadas por meio de contratação de empresas ou profissionais do ramo, nas próprias localidades”, diz trecho da nota da instituição.

G1 MT

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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