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Em greve há 138 dias, professores da UFMT fazem nova assembleia

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Os professores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em greve há 138 dias, devem se reunir em uma nova assembleia, marcada para às 13h30 desta quarta-feira (14). Entre as reivindicações da categoria, que paralisou as atividades desde o dia 28 de maio, está o reajuste de 27% no salário e a reestruturação de carreira. A greve já é considerada a maior da história da instituição. Até então, a que havia durado mais tempo tinha sido a de 2012, que chegou ao fim após 125 dias.

A Associação dos Docentes da UFMT (Adufmat) informou que devem se reunir representantes do comando de greve dos campi da UFMT de Cuiabá, Sinop, Barra do Garças e Rondonópolis. A assembleia será realizada na sede da Adufmat.

“Vamos discutir a proposta de que encerremos a greve nesta sexta-feira (16), juntamente com outras instituições federais, mas também vamos apresentar os documentos que a reitoria nos deu sobre as reivindicações regionais, como problemas administrativos e funcionamento da biblioteca e restaurante universitário”, detalhou o professor Roberto Boaventura, membro do comando.

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A expectativa, caso a greve seja declarada como encerrada, é que as aulas sejam retomadas em todos os campi da UFMT na próxima segunda-feira (19). “Os professores vão avaliar se se sentem tranquilos em acatar as respostas da reitoria ou se vão manter a greve por conta de não contemplar aquilo que desejamos”, comentou o docente.

O governo federal chegou a oferecer 21% de aumento dividido em quatro anos, mas a proposta foi rejeitada pela categoria. Em outra proposta, o governo federal propôs reajuste de 10,8% dividido em 2 anos – 5,5% em 2016 e 5% em 2017.

A UFMT tem cerca de 20 mil alunos e 1,8 mil professores, sendo 1,7 mil concursados e 100 substitutos. A universidade tem campus em Cuiabá, Sinop, Barra do Garças e Rondonópolis.

Técnicos voltaram
Na semana passada os técnicos da UFMT encerraram a greve de 133 dias depois de aceitarem reajuste de 10% do governo federal. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores Técnicos e Administrativos da UFMT (Sintuf-MT), a categoria também conseguiu aumento de 24% no vale-alimentação e 300% no auxílio creche/escola aos servidores com filho de até seis anos de idade.

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Com o fim da greve dos técnicos, os órgãos administrativos da universidade, a biblioteca, os laboratórios, o protocolo central e as secretarias de curso voltaram a funcionar. Apenas o restaurante universitário não voltou a funcionar.

G1 MT

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Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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