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245 mil pessoas não pagaram IPVA e dívida ultrapassa os R$ 73 milhões

Duzentas e quarenta e cinco mil pessoas podem ser inscritas na Dívida Ativa por não terem quitados o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) referentes aos meses de janeiro, fevereiro e março de 2019.

Isto porque os débitos devem ser encaminhados em 180 dias para a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz). Ao todo, Estado deixou de recolher R$ 73,6 milhões de impostos com os mato-grossenses inadimplentes.

Placas de finais 1, 2 e 3 correspondem a 461,9 mil veículos, que poderiam recolher até R$ 231,3 milhões de IPVA. Contudo, pouco menos da metade dos motoristas quitou o pagamento.

Os inadimplentes ainda podem quitar o débito, que será acrescido de 1% de juros ao mês e multa de 5%, até o limite de 10%. O valor é corrigido conforme o Índice Geral de Preços. Além da multa de 100%, quando o débito é inscrito na dívida ativa continuam sendo cobrados os juros de 1% ao mês.

Há ainda a cobrança do Fundo de Aperfeiçoamento dos Serviços Jurídicos do Estado (Funjus) e as eventuais custas de cobrança extra judicial em casos de protesto.

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Contribuinte que não quitar o IPVA não conseguirá efetuar o licenciamento do veículo, que é considerada uma infração gravíssima, prevista no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro. A penalidade é multa e apreensão do veículo.

Estudante de 25 entrevistado pelo explicou que não paga o imposto do seu veículo há pelo menos 3 anos e que o valor soma R$ 1,4 mil. Ele afirmou que continua, contudo, andando pela cidade sem nenhuma complicação.

“Na época, em 2016, a empresa em que eu trabalhava estava falindo e eu precisei escolher entre pagar o IPVA ou dar entrada na minha faculdade. Desde então eu nunca mais paguei”, explicou.

“Eu fui parado pela fiscalização uma vez, mas consegui ser liberado e mandaram que eu pagasse”, finalizou.

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“Gilmarmendelândia” : Cúpula política de MT lança novo distrito que pode se tornar cidade

Um evento de “grosso calibre” político marcou a manhã deste sábado (21) no interior de Mato Grosso. Autoridades de diversas esferas se reuniram para o lançamento oficial do distrito de “Gilmarlândia”, batizado em homenagem ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, este natural de Diamantino (a 182 km de Cuiabá).

O lançamento atendeu a um chamado direto do megaempresário do agronegócio Eraí Maggi. Através de um áudio, divulgado via WhatsApp, Eraí convocou as principais lideranças do estado para prestigiar o empreendimento, que já conta com planejamento e mapa definidos.

A lista de autoridades presentes no evento reflete a influência do homenageado e do organizador,. O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o secretário-chefe da Casa Civil, Fabio Garcia (União), e o deputado estadual Max Russi (PSB) já estavam no local do lançamento pela manhã. E aguardavam as chegadas do próprio ministro Gilmar Mendes e do governador Mauro Mendes (União).

ONDE FICA?

O novo distrito será situado após o Trevo da Libra, entre os municípios de Diamantino e Campo Novo do Parecis. O território é estratégico para o setor produtivo, sendo habitado em grande parte por funcionários dos grupos de Eraí e Blairo Maggi, que possuem extensas propriedades rurais na localidade.

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