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Ex-prefeito Maninho de Colíder diz que Rodrigo Benassi tem que ‘parar de mentir’

“Esse prefeito é um mentiroso, ganhou a eleição mentindo, não desceu do palanque ainda e continua mentindo para a população”. A reação é do ex-prefeito de Colíder, Hemerson Loureiro ‘Maninho’ (União Brasil), às críticas feitas pelo atual prefeito Rodrigo Benassi (PRD). Benassi acusou Maninho de não realizar ações preventivas de saúde no município, no final da sua gestão, o que teria contribuído para o surto de dengue e chikungunya no município, neste início de ano. O prefeito também disse que Maninho teria deixado apenas 17% dos maquinários da prefeitura funcionando.

“Deixei mais de 20 milhões de reais em caixa, com dinheiro na saúde para comprar ônibus, dinheiro para comprar ambulância nova, dinheiro para manutenção da saúde (…). Tem dinheiro do asfalto para o CTG, tem dinheiro na conta para fazer a estrada Planalto, São Pedro, Cambará; deixei dinheiro para fazer a escola, creche nova, 50 casas garantidas. Deixe com maquinário novo, patrol, PC (…) Deixei mais de 30 projetos encaminhados, alguns já aprovados”, diz o ex-prefeito, citando ainda outras parcerias com o governo estadual na construção de pontes e manutenção de rodovias. “Agora se o cara não tem capacidade de trocar o filtro do óleo de uma máquina em janeiro, quer falar o quê? Esse cara tem é que parar de mentir, me esquecer, fazer a cidade ir pra frente”, exalta.

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As trocas de acusações em Colíder, município de aproximadamente 32 mil habitante, a 648 km de Cuiabá, na verdade, são ainda rusgas do período eleitoral. Rodrigo Benassi venceu a eleição com 6.951 votos. Maninho conquistou 6.774 votos, ou seja, a diferença foi de apenas 177 votos. O pleito ainda contou com as candidaturas de Flavinha (Republicanos), que obteve 2.763 votos, e o ex-prefeito Jaime Marques (Podemos), que recebeu 933 votos. Foi uma disputa duríssima, com acusações mútuas entre todos eles.

O último embate, agora, ocorre depois de Rodrigo Benassi decretar emergência na saúde e anunciar que está encaminhado à Câmara Municipal um projeto para investir R$ 2,5 milhões de recursos próprios na realização da Expolíder, no próximo mês de julho. O investimento médio da prefeitura na ‘festa’ em anteriores foi de R$ 200 mil. “Como em uma emergência de saúde o prefeito fala em investir um dinheiro desse em festa de rodeio?”, questiona Maninho.

Em entrevista ao Midia Hoje, na sexta-feira (7), Benassi falou sobre o que o surto de dengue e chikungunya no município, o levando a decretar situação de emergência na saúde, bem como a decisão de assumir integralmente à realização da Expolíder este ano. Ele entende que não há contradição alguma em anunciar investimento na Feira, em uma ‘situação de emergência’ na saúde, e que está fazendo isso com a economia que está obtendo ‘com uma gestão técnica’ já nestes primeiros dias da nova administração. Rodrigo Benassi disse ainda que os recursos que serão aplicados na Expolíder visam recuperar o protagonismo do município como polo regional.

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Estradas destruídas: prefeito decreta emergência e podera investir quase 3 milhões sem licitação

O prefeito de Colíder, Rodrigo Benassi, decretou nesta segunda-feira (9) situação de emergência no município pelo período de 180 dias, em razão dos danos causados pelas intensas chuvas registradas nos últimos quarenta dias. A medida consta no Decreto nº 022/2026 e tem como base um relatório técnico elaborado pelo Departamento de Projetos da Prefeitura.

De acordo com o levantamento, o alto índice pluviométrico provocou o transbordamento de rios e córregos, saturação do solo, formação de atoleiros, erosões profundas e deslizamentos de terra, comprometendo seriamente a trafegabilidade em áreas urbanas e rurais do município.

O relatório aponta que aproximadamente 956 quilômetros da malha viária rural foram afetados, com registro de danos em estradas vicinais, pontes, bueiros e pontilhões, além de alagamentos que resultaram no isolamento de comunidades rurais dentre elas Marco de Cimento, estrada Mogno, São Lázaro, São Miguel Arcanjo, São Pedro, Cavalo Preto, Santo Antônio da Cacique, São Mateus, Santa Luzia do Pinheirinho e estrada Planalto. Entre os principais impactos estão dificuldades no transporte escolar, no acesso a serviços de saúde e no escoamento da produção agrícola, especialmente em período de colheita.

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Segundo os dados técnicos, o município já contabiliza R$ 992.110,57 em gastos emergenciais, utilizados em ações imediatas para minimizar os danos. No entanto, a estimativa é de que sejam necessários aproximadamente R$ 2,5 milhões adicionais para a recuperação, readequação e normalização das estradas vicinais atingidas.

Com o decreto, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais para atuação conjunta nas ações de resposta ao desastre, reabilitação das áreas afetadas e reconstrução da infraestrutura danificada. O documento também permite, em situações de risco iminente, a adoção de medidas emergenciais de proteção à população.

Além disso, o decreto autoriza a dispensa de licitação para contratação de serviços, obras e aquisição de materiais estritamente necessários ao enfrentamento da situação emergencial, conforme previsto na legislação vigente, respeitando os limites legais e o prazo máximo de um ano.

A prefeitura reforça que a decretação da situação de emergência é fundamental para agilizar a liberação de recursos e garantir respostas mais rápidas, visando restabelecer a segurança, a mobilidade e os serviços essenciais à população de Colíder.

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