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Cidades

Vereadora de Diamantino acusou morador por crítica no Whats e juiz nega ofensa

Vereadora processa morador por crítica em grupo de WhatsApp — e perde ação na Justiça.

Goncalina da Costa alegou ofensa por postagens sobre gastos com viagens, mas juiz de Diamantino (MT) considerou que críticas políticas são legítimas.

Uma ação movida por uma vereadora de Diamantino (MT) contra um cidadão que divulgou críticas em grupo de WhatsApp terminou com a improcedência do pedido. A Justiça considerou que as postagens faziam parte do debate político e estavam amparadas pela liberdade de expressão.

A parlamentar Goncalina da Costa Souza alegava que teve sua honra ofendida após mensagens divulgadas pelo réu em um grupo chamado “Democracia Diamantinense”. Segundo ela, as publicações teriam causado constrangimento pessoal e deveriam ser indenizadas.

Postagens questionavam gastos com viagens
A vereadora anexou à ação prints das mensagens atribuídas ao réu, que mencionavam supostos gastos dos vereadores com viagens. No entanto, a juíza leiga Daiana Malheiros de Moura, que analisou o caso, entendeu que não houve ofensa direta, mas sim crítica política regular.

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“A mensagem em momento algum faz referência a expressões difamatórias ou injuriosas. O que se vislumbra das postagens é que se tratam de críticas à atividade dos vereadores, mais especificamente quanto aos gastos com viagens”, afirmou a juíza leiga na sentença.

A autoria das mensagens também foi atribuída ao perfil do “Jornal Fala Mesmo”, fato que reforçou a natureza de crítica jornalística do conteúdo.

Liberdade de expressão prevaleceu
O juiz de Direito Raul Lara Leite homologou a sentença e concluiu que não houve dano moral. A decisão destaca que agentes políticos estão sujeitos a maior escrutínio público e que críticas, mesmo contundentes, fazem parte do exercício da democracia.

“A crítica jornalística dirigida a agente público, ainda que ilustrada de forma impactante, insere-se no exercício regular da liberdade de expressão e imprensa, não configurando, por si só, ato ilícito indenizável”, afirma a jurisprudência citada no processo.

Com isso, o pedido de indenização por danos morais foi rejeitado, e a ação foi considerada improcedente. Não houve condenação em custas processuais, conforme previsto na Lei nº 9.099/95.

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Cidades

Do agro ao petróleo: empresa arremata bloco de exploração em Nova Mutum

Uma empresa arrematou um bloco de exploração de petróleo e gás em Nova Mutum (MT) e iniciou os preparativos para testes em campo. A previsão é realizar cerca de 500 coletas de amostras entre junho e julho, como parte da fase inicial de análise do potencial da área.

O prefeito Leandro Félix informou que se reuniu nesta terça-feira (14) com representantes da Dillianz Petro, responsável pelo bloco, para alinhar os próximos passos do projeto.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o gestor destacou que a iniciativa faz parte de um planejamento estratégico de crescimento do município. “É um momento muito importante para Nova Mutum. Estamos vivendo um planejamento bem definido de desenvolvimento e queremos avançar com esse projeto”, afirmou.

De acordo com a empresa, as coletas devem ocorrer em diferentes áreas do município, incluindo propriedades rurais. Por isso, a orientação é que produtores e proprietários estejam atentos à passagem das equipes nos próximos meses.

“Entre junho e julho, as equipes estarão em campo para realizar as coletas. É uma etapa fundamental para entender o potencial da região”, explicou o prefeito.

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Ainda segundo a gestão municipal, o projeto pode representar uma mudança no perfil econômico da cidade, tradicionalmente baseada no agronegócio. A expectativa é que a possível exploração de petróleo e gás atraia investimentos, gere empregos e abra novas oportunidades.

Apesar do avanço, esta fase ainda é inicial e voltada à coleta de dados técnicos. A exploração comercial dependerá dos resultados das análises e do cumprimento das etapas de licenciamento ambiental e viabilidade econômica. Veja abaixo o vídeo divulgado pelo prefeito:

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